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A morte de Heitor - resumo

As ruínas de Tróia ainda fumegam. Tróia, agora, não é mais do que um caminho e nós pito e pedregoso. Podia contar nos dedos um muro ou uma coluna que ainda estavam inteiros. Seu solo estava completamente juncado de pedras e tijolos, o que tornou ainda mais acidentado o terreno.

Sentado sobre uma grande pedra e recortado no pedaço de mundo semelhante a um imenso dente quebrado, estava um pobre e imundo Andarilho. De cabeça baixa, o velho, coberto de trapos, cozinhava qualquer coisa sobre uma minúscula fogueira de alguns poucos gravetos. Enquanto cozinhava, cavava no chão, com seu bastão feito de um velho galho de árvore, um pouco menos torto e nodoso do que ele próprio. O velho inclinava curvando corpo para adiante e ameaçava cair de boca no pó. Naquele exato momento, a atenção do velho é distraída pelo ruído de um outro bordão que se aproximava, vindo exatamente em sua direção. Tratava-se de outro Andarilho, vestido de contratos que têm o mesmo corte fresco e arejado do outro. O velho Maneta estende, ao recém-chegado, a sua tigela e os dois se entregam então ao grande momento do dia: paz e sustento sobre o manto cálido da noite. Eles comiam em silêncio até que o puxou um assunto trivial. Conversa vai e vem, o outro rezinga, o outro escarra. Um disse ao outro que ele é um maldito Troiano. O cego pala para o velho Maneta que ele é um maldito Aqueu. O grego é o Maneta; outro olhando é o cego. Após a hostilidade eles permaneceram parado.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Titão e Aurora - resumo

Duas amigas estavam conversando. Uma delas era Aurora. A sua amiga lhe perguntava se já estava chegando a hora dela tomar lugar aos céus. Amiga de Aurora pediu para ficar ao lado da jovem até chegar o momento dela subir ao céu. Aurora aceitou dizendo que gostava muito da companhia da amiga. Mulher continuou a conversa querendo saber como estava a vida de Aurora. A moça disse que a vida era bem mais feliz do que nos últimos tempos. A moça perguntou pelo marido de Aurora, Titão. Esta respondeu que ele não estava exatamente como antes, pois uma desgraça se abateu sobre eles. A moça que saber qual foi a desgraça, pois havia muito tempo que elas não se falavam. Aurora contou que a desgraça foi a causadora involuntária da infelicidade que desceu sobre o casal; isso aconteceu mas com Titão e menos com ela. No entanto, Aurora havia sofrido muito tempo as consequências do seu terrível descuido. A moça ainda não havia entendido nada. Aurora tentou explicar dizendo que a partir do seu casamento com o belo rapaz, que era um mortal como outro qualquer quando eles se conheceram. Titão é filho do rei de Tróia. A felicidade do casal era quase completa. Titão e Aurora se amavam muito, mas ela tinha um pesar secreto que a inquietava o tempo todo. Era o fato de Titão não ser imortal como ela. 

Apesar de toda a felicidade do casal, Aurora sabia que um dia iria perdê-lo. Certa vez, após passarem uma noite juntos, Aurora decidiu ir falar pessoalmente com Júpiter. Ela queria pedir a ele que concedesse a imortalidade. Aurora tentou convencer Júpiter da ação; citou o exemplo dele e de sua esposa Júno, que eram Imortais. O deus todo poderoso pediu que Aurora deixasse de rodeios e fizesse logo seu pedido. No entanto, a moça se arrependeu de ter feito tal pedido. De tanto insistir, ela conseguiu obter de Júpiter o que queria. A partir daquele momento, o casal viveram infelizes para sempre. 

Somente no começo que havia felicidade. Tão logo Titão ficou sabendo da imortalidade. Eles comemoraram o feito o dia inteiro. Como eram jovens e bem dispostos, tinham uma vida intensa e proveitosa. Assim foram vivendo. De repente, longos fios de prata começaram a se espalhar no meio daquela selva negros cabelos. Aurora ficou preocupada; chegou a pensar que Titão havia se tornado mortal novamente. Por isso, Aurora decidiu novamente visitar em Júpiter e saber o que estava acontecendo. O Deus todo poderoso falou que não havia nada de errado; a moça que saber por que então o seu esposo envelhecia a cada dia que passava. Júpiter perguntou para Aurora qual era o problema, pois ela havia pedido para ele a imortalidade e não a eterna Juventude. A moça não soube fazer o pedido direito. A partir daquele dia Acabou o sossego de Aurora. Todo os dias ela via seu adorado marido envelhecer e perder aos poucos a sua antiga virilidade. 

Cada vez mais a sua cabeça ficava grisalha; os seus braços pareciam murchar; as suas pelancas balançavam a cada movimento; seus dentes começaram a estragar, tornando-se amarelos e frouxos. Aurora confessar para sua amiga que se chamava lua que a partir daquela momento tudo se tornou horrível, Mas o pior de tudo é que ela não pôde acompanhar a decadência do marido. Ela tinha o desejo de se tornar velha, pois assim ao menos estaria mas consolada ao ver ambos caminharem para o mesmo destino. Aurora compreendeu que o martilho inútil é o mais insensato todos remédios e aquele exigir tá o sacrifício de alguém que não passava de um fraco e de um egoísta. Ela logo compreendeu isso mas tentava de alguma forma e incentivar o marido a fazer esforço para prolongar a sua vida e a sua Juventude. Mas Titão perdeu o ânimo; já não era mais o mesmo de antes; começou a exigir que ela acabasse também; que ela se fizesse velha e feia como ele; Aurora estava disposta a acompanhar o marido no seu negro fado, mas logo se rebelou, uma vez que o marido ainda teria muitos anos de vigor e força se fizesse um esforço para recuperar a sua antiga forma. Mas em vez de fazer isso em seu favor, preferiu partir para o caminho inverso. Aurora compreendeu e mudou seu ponto de vista, não agiria desse modo em relação a ele. Lua disse a amiga que cada qual tem de ser capaz de carregar o seu fardo, seja ele qual for; se uma pessoa fica cega, certamente não é cegando aos demais que resolverá o problema. Aurora conta para amiga que com o passar dos anos todos os dentes do marido começaram a ruir; a mente dele começou a dar sinais de senilidade. 

O homem tornou-se cada vez mais um velho ranzinza e resmungão e estava destinado a nunca morrer. Aurora já não via naquele velho uma sombra do seu antigo marido Titão. Era uma outra pessoa isso tornou uma crueldade com ela e também com ele. Os mortais ao menos tem a bênção da morte quando a velhice se torna um fardo intolerável enquanto ele estava destinado a suportar todo aquele horror para sempre. Aurora ficou por muito tempo a pensar sobre isso, mas chegou um tempo em que ela decidiu viver. Lua que saber o quê Aurora fez com marido. Esta contou que um belo dia ele perdeu os movimentos braços e das pernas. Ela já não podia mais suportar a sua rabugice e tentou insuflar-lhe um pouco de coragem. Amiga disse Aurora que para ser Franca ela nunca tinha visto um velho suspirar pela morte. Agora também afirmou que ainda não havia visto. O fato era que não havia mais Como suportar a presença do pobre homem que estava com vestido num Espantalho de si mesmo. Lua que o saber se a roda ainda estava com o marido em casa. Aurora informou amiga que esta é a última parte da história. 

Um dia ela tomou a decisão de falar novamente com Júpiter e pedir que ele ao menos colocasse fim ao sofrimento do seu marido, retirando a imortalidade, que para ele se tornou horror e maldição. Júpiter disse que não podia fazer mais nada, pois a imortalidade era um dom divino: quem se torna Imortal imortal é e jamais deixa de sê-lo. No entanto, ele permitiu que o marido e chorosa se transformar-se no outro ser, libertando o homem da forma decaída. Júpiter pediu para Europa fazer a escolha, a qual se realizaria automaticamente. Mas consolada, Aurora retornou para casa. Para ela qualquer coisa era preferível a ser uma múmia privada de movimentos para todo o sempre. Tão logo chegou a casa, ela entrou no quarto e escutou uma cigarra que estava pousado no galho de uma árvore cantando com alarido impressionante. Imediatamente, ouviu o marido desejando-se a cigarra. Aurora disse que assim seria. No mesmo instante suas formas secas desapareceram e ela viu erguer debaixo das cobertas uma bela cigarra prateada que levantou rodopiando pelo quarto e após pousar sobre sua cabeça como que estivesse agradecendo sumiu pela janela a fora. Lua achou isso lindo e maravilhoso; disse que ao menos foi uma boa solução para aquela triste situação. Aurora disse que agora o homem está bem mais feliz com toda a certeza, pois todas as manhãs ela acorda com o seu canto diante da sua janela; às vezes ele aparece a noite. Lua que saber se cigarra também Canta à noite. Aurora explicou amiga que cigarro Não serve só para cantar. Ela Despediu de lua e foi embora, pois já estava na sua hora de partir.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Prometeu e o fogo sagrado - resumo

Prometeu sempre teve um pendor pelas artes plásticas. Seu pai era o velho Jápeto, dos Titãs. O homem é tão velho que emparelhava em idade com Saturno, pai de Júpiter. Ninguém sabia direito como e de onde ele surgiu. O velho sempre nutriu uma admiração secreta por seu habilidoso filho. Ásia era a esposa de Jápeto. Ela escutava pacientemente os prognósticos do marido e não deixava de concordar. Não raras vezes flagrou o menino metido no barro, modelando com habilidade das mais diversas formas.

Prometeu cresceu e atingiu a fase adulta. Nessa fase ele já tinha um atelier montado. Era respeitado em toda a corte Celestial como Notável artífice. Um dia chegou um mensageiro todo poderoso a sua porta dizendo que Júpiter decidiu criar um novo ser sobre a terra. O ser deveria ser tão importante a ponto de se assemelhar em Tudo aos próprios Deuses. Prometeu que saber de si mesmo se seria um Deus de segunda categoria. Não era o costume dos jovem opinar sobre as tarefas que recebia; ele apenas procurava cumpri-las. Assim, aceitou imediatamente a incumbência. No mesmo dia começou a produzir o ser. Ele trancou a porta do ateliê pois não queria ser importunado, uma vez que a criação estava destinada a ser a sua obra-prima. Depois de trabalhar por vários dias, deu enfim por concluída a tarefa. Empinou a imagem do novo ser  e batizou de "homem". A paz logo quis levar a imagem para Minerva, a deusa da sabedoria, para que ela insuflasse a alma. No entanto, prometeu esbarrou a imagem em uma porta, deixando cair a peça Ao Chão. Abalado com Desastre, o jovem retirou o lençol que envolveu trabalho e viu que sua criatura perder a uma e suas maravilhosas as pernas. Para prometeu Isso foi um desastre lamentável. No entanto, o prazo de entrega da obra havia expirado há vários dias. A perna do meio havia sido Perdida para sempre, ficando em seu lugar apenas uma pequena saliência, que o Deus por descuido havia esquecido. Mesmo assim, orgulhoso do trabalho, foi entrega-lo. Todos os deuses aplaudiram a criação de prometeu os elogios eram como uma chuva benfazeja. Por isso por meteu tomou mais amor pelas obras de suas mãos. Ele decidiu fazer daquela criatura um ser privilegiado. Foi até o céus e roubou do carro de sol uma pequena chama. Disse a Minerva que com o domínio do Fogo o homem seria superior a todas as demais criaturas.

Os descendentes desse primeiro homem logo entraram em desavença com o pai supremo, Júpiter. Este ficou encolerizado e decidiu puni-los retirando deles o fogo que lhe davam calor necessário a seus corpos desprovido de penas. Desta forma, os homens ficaram privados do elemento fundamental para que pudessem continuar a fabricar suas armas e ferramentas. As forjas silenciaram em todo o mundo. Durante muito tempo as bigornas e os martelos estiveram comentando a mente pacificados. Quando a noite descia sobre a terra, as pessoas corriam para se envolver em em suas peles, buscando o abrigo das suas cavernas geladas e escuras. Sem o fogo para cozinhar os alimentos, tiveram também os homens de retroceder ao hábito de comer alimentos crus. Prometeu, vendo que o ser que saíra de suas mãos padecia de incríveis sofrimento sem indagar da causa que o levaram a este lamentável o estado, decidiu roubar outra vez o Celso uma fagulha do divino elemento. Minerva alertou o rapaz para tomar cuidado, antes de afrontar duas vezes a ira divina. No entanto, prometeu estava surdo aos avisos da deusa e preferiu ocorreu isso. Aproveitou o escuro da noite, enrolou-se em um manto e subiu aos céus, até onde o sol repousava de sua longa viagem. ele puxou das vestes um tição apagado e o acendeu nas costas do Astro que dormir o sono solto. Depois, tapou com  a mão a minúscula chama e voltou a terra. Antes que o dia amanhecer se usa vezes, uma imensa fogueira arte no centro da Terra. Júpiter, ao saber do fato, iro outra vez. Xingou Prometeu de intrometido, Pois havia saído outra vez em defesa de seus protegidos. Mas desta vez ação de prometeu não ficaria sem resposta. No mesmo dia, Júpiter ordenou ou aprisionamento de prometeu no Rochedo do Cáucaso. Pediu que ele estivesse sempre preso aquela pedra. Ordenou ainda que soltasse sobre a região um terrível abutre, que teria a função de devorar incansavelmente o fígado de prometeu. Assim fez.

Em menos de um dia prometeu viu-se acorrentado é o imenso Rochedo. O abutre desse de hora em hora para lhe comer o fígado. Nem bem a ave nojenta terminava sua tarefa, milagrosamente o fígado de prometeu se reconstituía. Durante muitos anos prometeu esteve submetida essa horrenda tortura, até que a ave ecoou em sua cabeça perguntando se ele tinha aprendido a lição. O filho de Jápeto virou o rosto em sinal de desprezo. Júpiter tentou ainda comprar lhe o silêncio, dizendo que ou libertar ia descer suplício caso prometeu se comprometesse a esconder dos Homens o segredo da obtenção do Fogo. Prometeu recusou a oferta. Mas o seu castigo teve fim a final. Hércules, filho de Júpiter, numa de suas inúmeras Aventura acabou matando o abutre que torturava de modo tão cruel o pobre prometeu. O herói já ia arrancando suas correntes quando a voz de Júpiter soou dizendo para ele não fazer aquilo Pois havia afirmado que ele jamais se separaria do Rochedo e assim teria de ser até o final dos tempos. Hércules não podia ir contra a vontade do seu pai e já se preparava para abandonar prometeu no Rochedo quando e se sentindo voltar toda sua anterior esperteza disse a Hércules que tinha uma solução que talvez resolveria o seu problema. Enquanto conversava com Hércules, prometeu não olhava para o céus; ele havia feito voto de silêncio uma vez que foi ofendido pelo pai dos Deus; ainda mais, teve o fígado roído por milhares de anos por uma ave pestilenta. Prometeu pediu a Hércules que rompesse as correntes com um pequeno pedaço de um anel dele. Hércules assim o fez. Em estantes obrigou um pequeno e um elegante anel. Depois, arrancando do grande rochedo uma minúscula partícula soldou-a ao anel. Eu te admirava secretamente a inteligência da vítima. Por isso preferiu silenciar e encerrar de uma vez a longa disputa. Prometeu concluiu assim a segunda e mais importante lição aos homens: há de que nunca deveria curvar-se a prepotência de ninguém.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Os doze trabalhos de Hércules - resumo

O famoso e intrépido Hércules era filho de Alcmena, casada com anfitrião. Júpiter, tomou a forma de anfitrião secundou  alcmena, dando origem ao herói grego. Junto com ele nasceu outro menino, chamado Ificles, Este era filho de anfitrião. Juno, ciumenta esposa de Júpiter,  naturalmente não gostou nem um pouco da infidelidade do marido e tomou raiva do filho bastardo de Júpiter.

Certa vez, a mãe dos dois garotos, após tê-los banhado e amamentado, os deitou sobre um escudo de bronze. Enquanto os meninos brincavam e pedalavam o ar no berço improvisado, duas serpentes surgiram e foram em direção a eles. As duas cópias foram enviadas por Juno, para acabar com a vida de Hércules. O pequeno Ificles  deu um grito de susto ao ver os répteis avançado. Mas Hércules, que nunca soube o significado da palavra medo, pulou do escudo e caiu sobre os dois animais. Com uma serpente em cada mão, ele apertou os pescoços com tanta força que em segundos as estrangulou.

Hércules cresceu e se casou com Megara, filha  de Creonte, com quem teve vários filhos.

Depois de Hércules ter se tornando um adulto, Juno a esposa de Júpiter, continuou ressentida com ele. Ela elaborou um plano macabro que pouco condizia com a sua dignidade de uma deusa. Hércules estava certo dia com a sua esposa e seus filhos quando foi tomado de uma súbita loucura. Seus olhos começaram a se arregalar e uma espuma abundante brotou dos seus lábios. O herói de uma sonora gargalhada e pediu o arco e uma maçã dizendo que tinha que ir a Micenas destruir as muralhas erguidas pelo ciclopes inimigos. Sua Barba Negra estava coberto pelos flocos brancos da espuma e se os olhos raiavam o sangue. Montado em um cavalo imaginário, ele impunha das suas redes e reais e convocava-a os animais para combater os ciclopes.

O estado de Hércules enchia de  assombro tanto a esposa como os filhos. No seu delírio, ele enxergava as crianças apenas monstruosos inimigos. Hércules a bateu uma a uma até que em todo o palácio só restaram vivos ele a esposa e o último dos filhos. No auge da loucura, ele continuava a ver inimigos no campo de batalha e estava disposto a ir terminar até o último ser vivo seus arredores. Sua esposa estava enlouquecida de medo e triste. Ela tomou nos braços a criança e foi refugiar no aposento mais afastado. Hércules não recuava diante de nada e arrombou a porta com golpe de uma maçã e estraçalhou com as próprias mãos a mulher e o seu último filho. No Olimpo, Juno se deliciava com o espetáculo da ruína do seu desafeto. Hércules estava associado e possuído pelo seu furor. Por fim, decidiu investir contra o próprio pai, Júpiter. Minerva adiantou-se e derrubou o herói com um raio, antes que ele provocasse mais desgraças. Abatido, Hércules esteve estendidos sobre os destroços do Palácio  durante longo tempo. Quando recobrou a consciência, deu-se conta da monstruosidade que havia praticado. Clamou por Júpiter ao ver os corpos despedaçados de sua família. A deusa Minerva se compadeceu do Herói e lhe explicou o que aconteceu,  isentando lhe de culpa. Mas Hércules não conseguiu se perdoar; ele dizia que havia matado sua mulher e seus filhos; arrancava os cabelos num desespero inigualável. Tomado de remorso, o herói se condenou ao êxito decidido a penitenciar-se pelo terrível episódio. Vagou muitos anos sem destino pelas estradas da Grécia. Um dia consultor morar e este lhe ordenou que fosse o encontro de Euristeu, rei de Micenas e de Tirinto, o qual era primo de Hércules e rival de si pela disputa do Trono. O rei disse a Hércules que só havia um meio de se purificar. Ele deveria realizar doze trabalhos. Após escutar com atenção as instruções de Euristeu; Hércules partiu decidido a cumpri-las nesta que seria a maior de suas aventuras.

O primeiro trabalho de Hércules

O primeiro consistia em matar o Terrível leão de Neméia. Esse leão era o maior que já havia surgido em toda a Grécia. O animal era muito Feroz e matava qualquer um que cruzar o seu caminho. Hércules esteve frente a frente o monstruoso leão. Usou o seu arco e descarregou Nem todas as suas flechas. O couro do leão era tão grosso que nenhuma delas conseguiu penetrar. O herói abandonou o arco e pegou a sua pesada maçã e avançou contra a Fera. Em seguida descarregou sobre a cabeça do leão um poderoso golpe. O porrete esfarelou se em contato com os ossos do animal. O bicho fugiu para o interior de uma gruta ele ficou aguardando uma nova investida do Herói. Hércules abandonou todas as armas e decidiu enfrentar o animal com as suas próprias mãos. Impedindo a saída do animal, Hércules agarrou o pescoço do leão e rolo pelo chão com a Fera até arrancar da boca do animal o seu último suspiro. Feliz com a sua vitória tirou a pele do leão e passou a vesti-la tornando-se este o seu traje mais característico.

O segundo trabalho de Hércules 

O segundo trabalho de Hércules era derrotar a temida Hidra de Lerna. Esse animal era uma espécie de serpente gigantesca dotado de várias cabeças que tinha a particularidade de Renascer constantemente tão logo eram cortadas sendo que a do meio era Imortal. Hércules seguiu nessa aventura acompanhado por Seu servo  Iolaus. Enquanto ou criado aguardava, Hércules avançou sobre o pântano de Lerna, moradia do terrível animal não demorou muito e logo sentiu que algo muito forte enroscava em suas pernas paralisando seus movimentos. O herói pegou o seu porrete e começou a esmagar uma por uma as cabeças da feroz hidra. No entanto, elas logo Renasciam. Hércules pediu ao servo que acendesse um Tição e jogasse para ele; tão logo agarrou bastão Em Chamas o herói foi cauterizando os buracos de onde surgiam as cabeças. De sorte que só restou a cabeça e mortal. Após esmurra lá com toda a força sem conseguir fazê-la morrer, o herói suspendeu a ida e a lançou no fundo de um profundo abismo. Erguendo em seguida uma montanha arremessou sobre local enterrando para sempre a Hydra.

O terceiro trabalho de Hércules 

O terceiro foi mais modesto. Diana possuía cinco corsas. Quatro delas estavam atrelados ao seu carro. Quinta Corsa possuía lindo chifres de ouro e andava solta pelos bosques. A missão de Hércules era capturá-la e levá-la até Euristeu. Apesar de ser aparentemente fácil a tarefa, o herói consumiu um ano inteiro nesta busca. Acosta era mais esperta do que a própria Dona.

O quarto trabalho de Hércules

O quarto era capturar o javali de Erimanto. O javali é da monstruoso e assolava toda a região. Após enfrentar a Fera, arrancando as suas presas, Hércules levou até Euristeu. O rei ficou tomado de pavor ao ver o animal e correu para dentro de um enorme Tonel de bronze. Ele viu nos exercícios que a força de Hércules que era imbatível. Por isso decidiu  a expô-lo  uma missão de natureza humilhante.

O quinto trabalho de Hércules

O quinto era limpar estrebarias de Augias. Este homem era dono do imenso rebanho e suas regalias jamais haviam sido limpas. Montanhas de estrumes quase impediam a entrada dos animais. Hércules propôs ao proprietário preguiçoso uma aposta: caso ele conseguisse limpar as estrebarias em menos de um dia, queria que o homem lhe desse a décima parte que seu imenso rebanho. Algias achou graça no desafio do limpador de estrume e o aceitou. O herói grego sem pestanejar começou imediatamente o seu trabalho. O dia inteiro meteu-se até a cintura na montanha fedorenta, sem se importar com aparente indignidade de sua tarefa. Enquanto trabalhava, Hércules cantava dizendo que ou o esterco, esta tarefa eu não perco. Quando viu que por mais que carregasse montanhas de dejetos para fora, mais estrume surgia; Hércules resolveu mudar de estratégia. Ele viu um rio de águas cantantes que passava ali perto e correu para lá, munido de sua pá. Com ela cavou um imenso desvio, de sorte que as águas passaram a correr por ele, indo desaguar em cheio na estrebaria de Augias. Quando o proprietário retornou ao fim do dia, encontrou sua cavalariça completamente limpa e seca, pois é pois teve tempo ainda de fazer com que o rio Voltasse a seu curso normal. O proprietário era um homem sem palavras e disse adeus a Hércules apenas agradecendo pelo brilhante serviço. O herói, diante da tamanha afronta, ergueu nos braços o atrevido proprietário e o estrangulou.

O sexto trabalho de Hércules

Os trabalhos de Hércules porém não terminaram ali o sexto consistia em exterminar as aves Mortífera que assolavam o lago Estinfale. Essas aves eram negras como a noite e tinham asas, cabeças e bicos de Ferro; elas habitavam um papo no eriçado de espinhos. Hércules, sem perder tempo, foi em direção ao tal Lago dizendo que queria ver as avezinha. O dia estava claro quando é que chegou à beira do pântano. Um sol imenso ainda estava erguido no céu e não havia nem sinal de nenhuma das aves. Além de forte, e ele também era esperto. Hércules tirando do bolso de sua pele leonina um Parte címbalos, Começou a tocá-los com toda a força. Imediatamente, uma nuvem escudo de aves tapou o sol, transformando o dia e noite. Hércules acendeu um archote e iluminou a cena enxergando nitidamente as aves que desciam sobre ele com seus bicos de ferro. Em seguida, pegou o seu poderoso porrete e começou a abatê-las aos montes. Com cada golpe de sua arma derrubava 8 ou 10 juntas. Dessa forma, conseguiu exterminar depois de desferir mais de dez mil golpes. Quando terminou a tarefa, o pântano estava repleto de aves mortas.

O sétimo trabalho de Hércules

O sétimo surgiu de um simples capricho feminino. A filha de Euristeu havia metido na cabeça que queria pôr todo modo possui o cinto e o véu de Hipólita, a rainha das Amazonas. Estes preciosos presentes haviam sido dados a ela por Marte, a deusa da guerra,  em reconhecimento por sua bravura nos campos de combate. Hércules sabendo que a inimiga dessa vez seria uma mulher, decidiu ser Cortês. Após conseguir chegar intacto ao país das Amazonas, ele foi recebido por Hipólita e retribuiu a mesma medida o tratamento recebido, de tal forma que ela concordou em lhe ceder os acessórios. Juno a eterna amiga de Hércules, no entanto, estava atenta e conseguiu fazer crê as  súditas Hipólita que Hércules pretendia raptar sua rainha. Montadas em seus cavalos, as guerreiras atacaram Hércules e seus soldados. houve  uma luta que se Estendeu por todo o dia. Hércules viu naquela são um sinal de traição e matou Hipólita após terrível duelo. A rainha foi golpeada mortalmente expirou nos braços do guerreiro. Assim ele pode levar para filha de Euristeu as Relíquias tão desejadas.

No oitavo trabalho de Hércules

No oitavo teve a seguinte missão: Diomedes, filho de Marte e rei da trácia, tinha 4 maravilhosos cavalos que expeliu fogo pelas ventas e se alimentavam somente de carne humana. A diversão principal desse homem Cruel consistia em capturar qualquer Forasteiro que entrasse em seus domínios joga-lo Vivo para os cavalos. Hércules foi incumbido por eu disse teu de fazer uma visitinha cordial ao rei Diomedes. Hercules sabia que quem esmagou duas serpentes viva, ainda em berço, não eram 4 ou 5 cavalos que iriam lhe meter medo. Por isso, o herói foi tranquilamente cumprir mais uma missão. Quando chegou ao reino Diomedes, Hércules deu bom dia ao homem. O rei disse que seria um bom dia para ele e para os cavalos, que arregalavam os dentes sujos de sangue. Erguendo o braço, o rei fez sinal para que os cavalos avançassem para estraçalhar o visitante. Hércules montou de um salto sobre o dorso de um cavalo e o domou com arte; em seguida passou para as costas do outro e fez o mesmo até amansar a todos. O herói pegou todas as redes dos Cavalos e os conduziu de volta ao estábulo. Depois de irritar bastante os cavalos, retornou para se entender com o seu péssimo anfitrião. Sem dizer nada, Hércules suspendeu o Dono dos Cavalos numa única mão e o lançou para dentro da estrebaria. houve relinchos e gritos humanos de pavor. No entanto, o herói grego não pode afirmar Com certeza quem havia gritado mais alto enquanto ele se afastava num passo tranquilo.

O nono trabalho de Hércules

O nono trabalho foi o seguinte: Euristeu pediu para que Hércules prestasse bastante atenção em suas palavras; o rei queria que o herói grego roubasse os dois bois do gigante Gerião. O rei pegou o mapa do país onde ele vivia e entregou nas mão de Hércules. Sem dizer mais nada, o rei Despediu de Hércules. Com o mapa, o herói grego chegou sem dificuldades ao país de Gerião. Hércules pegou informação com o sobre o local em que estava o rebanho. Os bois eram enormes, que cor de sangue. Dois gigantes tomavam conta dos animais; eles eram Euritião e o seu cachorro Ortro, irmão de Cérbero. Ortro era o irmão mais novo do famoso cão e por isso só tinha duas cabeças. Ao avistar a chegada de Hércules, Ele atirou se em direção ao pescoço do Herói. Este fez um rap do cálculo mental e ironizou o cachorro dizendo que se ele fosse como Cérbero, ainda teria alguma chance. Com as duas mãos Hércules quebrou os dois pescoços do cachorro. Em seguida, o herói grego se atracou com o gigante Euritião, derrotando o mesmo com facilidade. Quando já se retirava, levando consigo os bois, Hércules escutou três vozes que dizia uma só coisa: aqui está alguém atrevido que tem mais de duas cabeças e dois braços. A voz que falava era Gerião, o proprietário dos animais. Ele estava temeroso de ser roubado e foi pessoalmente guardar seu rebanho. O homem era de fato um adversário para se temer. Seu corpo, dos pés a cintura era um gigante normal; porém, da cintura para cima possuía três troncos. Eram três homens em um. O gigante avançou com seus seis braços, os quais continham três espadas e três escudos. Hércules tinha apenas sua maçã e o escudo que Minerva lhe dera antes de começar as suas aventuras. Para quem já havia derrotado uma hidra de várias cabeças, a sua tarefa não era também de meter medo. Durante uma tarde inteira os dois trocaram golpes, até que Hércules percebeu que se da cintura para cima estava em desvantagem, da cintura para baixo as coisas estavam em pé de igualdade. Aproveitando um de escudo do gigante tripartido, Hércules desferiu um golpe terrível do seu porrete nas pernas do monstro, que caiu ajoelhado ao solo, sem poder erguer novamente. O herói grego acabou com o gigante, esmigalhando os seus três corpos, um a um.

O décimo trabalho de Hércules

Quando Hércules voltava dessa missão, teve que enfrentar outro inimigo; apesar de não fazer parte dos seus doze trabalhos, esta luta tornou-se muito famosa. Esse inimigo era caco, famoso ladrão que habitava as cavernas do Monte Aventino. Todo mundo que cruzavam com Hércules parecia estranhar a sua desmedida estatura; Caco também era portador de um tamanho descomunal. Enquanto Hércules dormir sob uma árvore para refazer-se do cansaço, o ladrão insinuou em meio ao rebanho e furtou silenciosamente alguns dos Bois que o herói conduzia. Este ladrão tinha suas manhas. Seu método particular de furto consistia em roubar bois e Reses puxando-os pela cauda até a sua caverna. Desse modo, ele invertia  o caminho deixado pelos pés dos animais, O que é ludibriada o dono. Parecia que os animais não tinham entrado na caverna de caco e sim saído de lá. Hércules foi até a caverna do gigante para lhe perguntar se não havia visto algumas reses perdidas. O homem disse que não havia visto. Hércules, Apesar de sua astúcia, já ia caindo também no golpe quando ouviu mugir dentro da caverna os animais raptados. Hércules disse para caco que ele parecia Mugir muito bem. O herói grego já estava com seu porrete em mãos. Caco tinha suas partes de monstro também: ele vomitava fogo. Vendo o porrete de Hércules, o ladrão entrou correndo para dentro da caverna e tampou a entrada com uma imensa Rocha. Hércules tinha um soco poderoso e desfez a rocha em mil pedaços. Em seguida pediu ao Ladrão que devolvesse os seus bois. Dentro da caverna havia uma luz fraca produzida por um archote. O ladrão havia se refugiado mais para o interior, pois estava temeroso. Hércules rio nas paredes da caverna duas cabeças ensanguentadas de dois bois. Ele viu também presos nas paredes ossos de animais e  até de homens. Além de ladrão, o homem era canibal. Hércules Rio no canto da caverna várias Galinhas e pediu que o ladrão de Galinhas aparecesse para ele. Chegando a uma galeria profunda, o herói finalmente encontrou o gigante que não tinha mas onde se esconder. O gigante avançou enlouquecido sobre o herói e vomitava fogo. Hércules agarrou o homem pelo pescoço e torceu até que da antiga chama restasse apenas um fiozinho de Fogo. Com esta fagulha Hércules acendeu um archote e saiu da caverna levando consigo os bois. Em seguida o herói retornou para Euristeu.

O décimo primeiro trabalho de Hércules

Ao chegar ao reino,  Euristeu designou a próxima missão de Hércules. O homem disse que queria que é o herói provasse que era ou mais fortes de todos os homens dominando o temível touro de Creta. Esse animal era uma fera sanguinária que devastava toda aquela região. Hércules chegou a Creta e pegou o touro à unha obrigando a curvar-se seus chifres afiados em direção à Terra. Esta foi a menos empolgante de sua façanha, pois além de Teseu também já ter dominado o que era um tudo idêntico a este, havia também Jasão, que domara não um, mas dois touros parecidos.

O décimo segundo trabalho de Hércules

Era Chegada a Hora do penúltimo trabalho. Euristeu perguntou a seu desafiador se ele já havia ouvido falar do Jardim das Hespérides. O desafiado disse que sim, mas não se lembrava mais do que trata. Euristeu explicou que quando o Juno se casou com Júpiter, eles receberam das divindades amigas várias maçãs de ouro, que nasceram numa árvore situada no Jardim das Hespérides. O homem explicou também que as Hespérides eram as filhas de Atlas, um dos Titãs que morreram guerra contra Júpiter. Derrotado, o gigante ficou obrigado a sustentar o mundo nos ombros. Junto a árvore estava postado um imenso dragão, encarregado de guardar os valiosos frutos. Euristeu disse Hércules que queria que ele trouxesse as maçãs de ouro. O herói partiu outra vez. No caminho demais esta Aventura teve que libertar prometeu de seu Rochedo, onde esse fora acorrentado por ordens de Júpiter, em razão de ter Furtado, sem consentimento do deus todo-poderoso, o fogo dos céus. Pela primeira vez Hércules não conseguiu chegar ao seu objetivo. Ele parecia prestes a desistir quando encontrou em seu caminho o exausto Atlas,  pai das hesperídes. O herói disse para o velho que não havia ninguém melhor do que ele para saber indicar onde estava as benditas maçãs. O herói grego cumprimentou o velho, que parecia surdo. O velho Titã estava sem poder erguer a cabeça, que estava curvada sob o peso do mundo. O herói grego disse ao moço que o seu nome era Hércules e que precisava de uma informação. Ao saber que Hércules desejava a localização das maçãs de ouro, o velho quis saber o que levava o herói grego pensar que teria a informação de graça. Hércules já tinha a resposta pronta. Ele disse ao velho que ele trouxesse esses preciosos frutos, carregaria o mundo nas costas para o Titã. Diante dessas vantajosa proposta, Atlas concordou imediatamente. Hércules tomou o mundo em seus braços, enquanto Atlas partiu Em Busca das frutas douradas. O herói resmungou dizendo que não é à toa que ou Titan tem esse mau humor todo, Pois realmente o mundo pesava um pouco.

Um dia, finalmente o velho retornou com as preciosas maçãs. O titã,  a princípio, pretendia cumprir com a sua parte, mas depois de ver como era bom estar livre de todo aquele peso, começou achar que era melhor deixar Hércules para sempre em seu lugar. Atlas teve a franqueza de revelar a Hércules o seu nefando, abominável, propósito. Hércules, resignado, aparentemente aceitou o seu destino. No entanto, pediu a Atlas que permitisse que ele cumprisse a sua tarefa e levasse os pomos preciosos a Euristeu. Atlas concordou. Nem bem retomou o mundo nas costas, escutou os passos de Hércules se afastando rapidamente para nunca mais voltar. Após alguns dias, o herói apresentou diante do rosto satisfeito de Euristeu os pomos preciosos. Agora faltava ao herói completar o último dos doze trabalhos.

Euristeu, durante a ausência de Hércules, pensou numa tarefa quase impossível. Desta vez ele iria mandar Hércules e literalmente para o inferno.  O homem perguntou a um herói grego se ele era realmente Valente e intrépido. Disse que ia pôr à prova toda a valentia de Hércules. O herói já se começava a cansar daquela longa brincadeira. Euristeu disse que aquela seria a última missão e queria que Hércules descesse até o reino das Sombras e trouxesse de lá Cérbero o cão infernal. Hércules se assustou com o pedido e disse que o cão pertencia a Plutão. O desafiador disse que não se importava a quem pertencia o cão. Ele apenas queria que o trouxesse o quanto antes.

Temendo Contrariar a vontade de seu pai Júpiter, decidiu antes ir falar com ele. Depois de lhe explicar os seus propósitos, recebeu do deus dos deuses esta recomendação:  que ele poderia buscar o cão mas não deveria machucá-lo; nem deveria retirá-lo do inferno sem autorização de plutão. Tendo a companhia de Minerva e Mercúrio, Hércules chegou a Tenaro, na lacônia, onde está situada a abertura do inferno. Mercúrio indicou o caminho para Hércules; o deus dos pés ligeiros tinha a incumbência de conduzir as almas dos Mortos até a última morada. Ele sabia o caminho. Hércules Não parecia aterrorizado; em sua face havia ar de divertimento de quem vai ver coisas poucos comuns. Logo tomou a dianteira da caminhada, obrigado a Minerva a pedir que moderasse o passo a todo instante. O herói estava sedento porque as aberrações que diziam enxamear no reino dos mortos. Depois de descer em por vários encostas ardentes e fuliginosas,  os três chegaram até o Aqueronte, o Rio que corta o inferno. Hércules pediu para que o Barqueiro andasse rápido. Caronte perguntou onde o Atrevido pensava que estava indo. Em seguida bateu o seu Remo sobre a cabeça do Herói. A madeira quebrou em pedaços como se fosse a frágil lasca de um palito gigante. Hércules empunhalou a sua maçã gigantesca e já se preparava para devolver o golpe quando teve sua mão segura para o Minerva e Mercúrio. Mergulho pediu para que o herói se acalmasse, porque se matasse Caronte, eles jamais chegariam a outra margem. Os três embarcaram e seguiram a viagem, enquanto o velho remador prosseguir a resmungar. Ele dizia que parecia que estava virando moda os vivos andarem por ali. Um dia ele levou Ceres; noutro, Orfeu; agora era aquele gigante. Mercúrio perguntou a caronte o que ele estava resmungando. O Barqueiro disse que a sua marca não foi feito para conduzir vivos. Nem bem desembarcaram, Hércules deliciou-se com o espetáculo diante dos olhos. A primeira coisa que fez foi abraçar-se a sua esposa e seus filhos queridos que a sua funesta loucura havia arrebatado desse. O herói grego pediu perdão a todos. Disse que não sabia o que estava fazendo, uma vez que não estava em seu juízo. Sua esposa e seus filhos já sabiam a causa do ato insano. Eles foram compreensivos o bastante para perdoá-lo. Em seguida, Hércules seguiu para interior do inferno, Sempre acompanhado de seus guias. O herói que saber se o cão Infernal não guardava a entrada do inferno. Mercúrio disse a Hércules que certamente o cachorro já sabia do propósito dele. Certamente, Plutão havia mandado recolher o animal. Imediatamente, eles ouviram latido tétrico. Enquanto andavam, Hércules e enxergando muitos personagens que somente conhecer pelos relatos dos mais antigos. Ele viu  Orfeu, que passeava com sua amada Eurídice; viu Adonis que se preparava para retornar à terra em sua estadia anual entre os vivos; viu os inseparáveis irmãos Castor e Pólux; viu Acteão que ainda lamentável azar de ter visto nua a vingativa Diana. Logo,  teve a sua atenção despertada para um grupo numeroso de mulheres: eram as Danaides. Elas estavam num constante vai e vem enchendo um imenso tonel com suas jarras de chumbo. Minerva apressou os passos 23 dizendo que eles não estavam ali para observar a rotina do inferno. Mercúrio apontou O Trono de Plutão. Diante deles, estava assentado o Deus dos infernos tendo ao lado a bela esposa Prosérpina. Plutão disse Hércules de que já havia lhe informado sobre a missão de Hércules. Logo, Plutão deu a permissão. Apenas pediu que Hércules Não utilizasse arruma alguma que pudesse ferir o seu precioso animal de estimação. Cérbero e já estava aos pés do deus. Ele estendeu as suas três línguas e lambeu a mão de seu dono, em agradecimento. Plutão acrescentou que Hércules deveria traze-lo de volta no espaço de tempo mais curto possível. Hércules aceitou os termos do deus e aproximou do cão para levá-lo. O animal fugir do estranho. Ele correu para dentro de uma cova negra e malcheirosa. Plutão ordenou que é Cris fosse buscá-lo, pois não bastaria que ele passasse as mãos em suas três lindas cabeças. O herói grego foi atrás do animal. Ele já havia derrotado o irmão de Cérbero. Hércules entrou na cova escura e após receber várias cantadas do insociável cão conseguiu domá-lo. Em seguida, amarrou As suas três bocas num laço seguro. O cão passou ganindo diante de plutão, que procurou acalmá-lo, dizendo ao fiel amigo que logo ele estaria de volta. E assim foi que é dos completou seu último trabalho. Depois de levar o cão Infernal até Euristeu - que teve a má sorte de levar três dentadas em sua canela do vingativo animal -, Hércules retornou com o cão para Plutão, encerrando assim a série de trabalhos e a crônica de suas vitórias. 

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Mitologia grega: Adônis - resumo

Adônis foi o homem mais belo que a Grécia conheceu; por ele, apaixonaram-se duas deusas, e rios de lágrimas correu por sua causa. Vivos e mortos ficaram pasmos com sua beleza. Ele era um jovem caçador. Seu rosto é tão bonito que parecia ter sido esculpido. Seus cabelos loiros lhe corriam  pelos ombros firmes. Todas as ninfas cobiçavam o rapaz.

Um dia, Vênus estava conversando com seu filho Cupido, quando teve a atenção desviada e o surgimento do Belo rapaz. Cupido de uma olhada rápida e voltou rapidamente para seu vício que era preparar as flechas do amor. Vênus percebeu que seu filho havia ficado com ciúmes, por isso deu-lhe uma abraço e pediu que o jovem não ficasse com ciúmes, pois ele Incomparável. Ao tomar o filho nos braços, a deusa acabou ferindo se com uma das Flechas. Cupido que saber o que estava acontecendo e sua mãe disse que não havia acontecido nada. Descendo a terra, a deusa resolveu seguir o Caçador, pois precisava conhecê-lo melhor.

Adônis havia parado no bosque e arrumava suas sandálias. Vênus se ocultou por detrás de um teixo, uma árvore de 10 a 15 metros de altura. Ela alisava distraidamente a casca rugosa da árvore, de um intenso marrom avermelhado. Seus olhos estudavam o corpo do jovem. Adônis continuou amarrar a sandália; extintor os dois braços para o alto; seus cabelos dourados se agitavam levemente com a brisa que só estava na mata. A deusa não pode se conter e saiu do Esconderijo. Seus pés ressoavam sobre tapete de folhas caídas. O jovem tinha os ouvidos treinados para caça e percebeu o ruído das folhas. Olhando para o local do ruído, o jovem encarou a deusa Vênus com um ar surpreso, pois não era todo dia que um caçador tinha o privilégio de ser surpreendido pela própria deusa do amor. A deusa cumprimentou Adônis; ele reconheceu a deusa e começaram a conversar. O jovem responde a todas as perguntas da deusa. Ela quis saber se o rapaz é um deus; Ele disse que não era e ela afirmou que ele tinha uma beleza divina. A deusa Parecia um pouco enraivecida, pois havia sido golpeada pela beleza do rapaz e queria se vingar amorosamente daquela involuntária audácia. Ela observou que a outra sandália de Adônis estava desamarrado e pediu para poder amarra-la. O jovem rejeitou o pedido, mas a deusa existiu e ele concedeu a tarefa. Ela esfregava os cabelos na cintura de Adônis. O Caçador achou o que havia cedido demais as audácia da deusa e tomou docentemente as tiras da sandália das suas mãos. Disse a deusa que era os mortais que deviam incriminar diante dos deuses e não ao contrário. Temos que saber do rapaz porque deveria ser sempre assim. Adônis já não se continha de desejo I antes que vc estivesse completamente equilibrada recebeu da boca do rapaz um beijo. Naquela tarde as corças puderam passear por todo o Bosque.

 

 A partir daquele momento a deusa passou a descer todos os dias de sua morada Celestial para trocar Beijos com o belo. amante. Dizia a Adônis que ela iria fazer dele um Deus. Adônis estava entregue a sua nova paixão. Ele havia esquecido momentaneamente do seu arco. Passado um tempo, o jovem readquiriu o seu gosto pelas calçadas. Vênus pediu o rapaz para não se expor demais aos animais ferozes. Dizia a ele que a beleza podia atrair humanos e Deuses, porém as feras eram indiferentes. Elas gostavam de sangue Vênus tentava reter o seu amado, mas ele estava surdo aos seus apelos. A deusa respeitando a vontade de Adônis, partiu em seu carro através dos ares. Tão logo a deusa desapareceu, adolescência meteu-se na mata com seus cães. Fazia tempo que ele não visitar o seu dom de caçador. Logo, já havia falecido a presença de um javali que andava em zigue-zague a frente do jovem. Adônis estava radiante. Os latidos dos cães despertaram o javali seu devaneio. Os cães avião encurralado o animal em sua toca. De repente o animal surgiu da toca espumando e arremessam suas presas em todas as direções. O jovem caçador pediu que os cães se retirasse, para ele utilizar a sua flecha, a qual cravou novo flanco esquerdo do animal. Girando o corpo, o javali e chegou o seu agressor e foi em sua direção. Adônis ainda tentou abater, o animal mas não teve sucesso. O bicho foi preciso e ágil no salto, enfiando duas enormes presas no peito do jovem. Adônis caiu sobre A Relva e o javali escapou para o interior da Mata, levando atrás de si os cães enfurecidos. Jovem arrastou-se até uma árvore próxima reclinou o seu corpo. Ele gemia de dor pressentir a morte. Vênus não estava tão longe que não podia escutar os gemidos do rapaz. Ela retornou imediatamente e viu o seu amado com o corpo coberto de sangue. Adônis disse a deusa que era o seu fim, enquanto recostava a cabeça sobre o ombro de Vênus. Esta chorou todas as lágrimas e enterrou ali mesmo de seu amado. No local em que Adônis foi enterrado começou a botar algumas flores cor do sangue, as quais tinham vida curta. No mesmo dia a sombra de Adônis adentrou o Hades. Todos os moradores do inferno pararam para ver e admirar aquele belo rapaz que chegava trazendo no peito as marcas das feridas. Prosérpina se encantou também com a beleza do novo súdito e o tornou seu novo protegido. Enquanto isso, Vênus continuava inconformada com a perda do seu amado. Ela queria traze-lo de volta dos mortos. No auge de sua dor, a deusa desceu aos infernos para tentar revive-lo. José Pina não se mostrou satisfeita com a ideia. Ela disse a Vênus que Adônis era o seu súdito agora. As deusas pareciam disposta iniciar uma briga quando Plutão interveio sugerindo que Adônis estivesse um tempo entre os mortos e outro entre os vivos. Se Plutão fosse mais Atento teria se dado conta também do que acontecia com sua esposa, que durante 6 meses do ano era obrigada a subir para Morada dos Vivos, exatamente a mesma época que o magnífico rapaz. De qualquer modo, vendo era a principal interessada e conseguiu o que queria: passar 6 meses de felicidade com seu adorado Adônis.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.


Cupido e Psiqué - resumo

Alguém perguntou  ao ver uma massa humana dirigindo apressadamente ao palácio do Rei. Uma pessoa disse que era o senhor de Fora. As pessoas iam fazer o que fazem todos os dias: admirar a beleza da filha do rei. Juntando-se ao cortejo, O Curioso Forasteiro foi conferir essa beleza Tão disputada.  Eram três Belezas, Pois eram três as filhas do soberano. As duas primeiras eram inegavelmente Belas. Mas quando a terceira apareceu, a beleza das outras dos ficou completamente esmaecida. Seu nome era Psiquê. A sua beleza fascinava a muitos; isso era tanto que já estava se formando um culto em sua homenagem. Algumas pessoas exageravam, dizendo que ela seria a própria Vênus, que decidira viver entre os homens. Mas ao mesmo tempo em que se homenageava a deusa, comparada a beleza de Psiquê, deixavam se abandonados os seus templos. Essa pronta chegou ao conhecimento de Vênus, que decidiu vingar-se de alguma maneira daquela mortal. Vênus pediu ajuda a Cupido, seu filho. Pediu ao arqueiro que Ferisse a mortal com uma de suas retas. Queria que a moça fosse destinada a c&a mais monstruosa que se podia existir, de tal modo que ela se tornasse a mais infeliz do mundo. Cupido era sempre obediente e Partiu para o cumprir a missão.

Ao cair da noite, O jovem entrou no quarto onde psiquê dormir e apontou para ela um de seus dados mais afiados, depois de embebe-lo no filtro do amor. Quando o Cupido já tinha a seta apontada para o peito da jovem, foi surpreendido por um gesto  inesperado dela. ao afastar os cabelos do rosto, a moça involuntariamente esbarrou com a mão no braço do filho de Vênus, que acabou ferindo-se levemente com sua própria seta. Psiquê abre os olhos, mas nada em chegou, pois o deus do amor Estava invisível. Ele partiu impossibilidade desejar o mal para uma jovem tão encantadora e Bela. Vênus conseguiu fazer com que parte de seus objetivos fossem alcançados. Nenhum atendente se apresentou mas para desposar a mais bela das filhas do Rei. As outras duas moças embora menos disputados já haviam arrumado esposo e ironizavam psiquê perguntando a ela pelo seu namorado. O rei ficou preocupado diante do inexplicável desse preso que se abateram sobre a sua filha predileta. Ele decidiu consultar um oráculo do Deus Apolo para saber das razões. O Rei tomou conhecimento de que sua filha não se casaria com um mortal. Ela iria se casar com um ser alado e perverso, que se compraz em ferir os homens e os próprios Deuses. Acrescentou que a moça deveria ser abandonada em um Rochedo para que esse ser monstruoso viesse levá-la para o seu palácio. O rei ficou inconsolável com esse prognóstico Sombrio. Durante vários dias lutou contra a ideia de abandonar a filha amada a esse ser monstruoso; por fim, sucumbiu a vontade dos Deuses. O casamento fúnebre teve a sua data marcada. Após muito pranto, a jovem foi levada em seus trajes nupciais até o Alto do Rochedo, onde foi abandonada a sua própria sorte, pois assim determinou o Oráculo.

A noite desceu, escurecendo tudo ao redor da vítima. Psiquê estava apreensiva e aguardava apenas o momento de ser sacrificada, pois tinha a certeza de que era esse o seu destino. O tempo foi passando sem que nada acontecesse. A moça acabou adormecendo. Nesse instante,  Zephyrus, Ventos suaves que sobram vindo do Oeste, surgiram em bando e raptaram a jovem, que ainda estava Adormecida no Alto do Rochedo. Aos poucos,  Zephyrus foram descendo com a sua delicada carga, até que é depositado sobre um vale coberto de flores, próximo a uma fonte de Águas Claras e abundantes. Quando Psiquê despertou, a primeira coisa que viu Foi um castelo que parecia saído de um sonho. A porta estava aberta. Parecia que lá dentro alguém aguardava a moça. Uma brisa Mansa as suas costas a empurrou para diante; dentro de um salão majestoso, recoberto de mármores e de pedrarias, a moça sentiu profunda solidão. Começou a perguntar se havia alguém naquele Castelo. Ela subiu lentamente pelos degraus de uma imensa escadaria de Porfiro, cujo corrimões eram do mais puro e esverdeado Jade. Depois percorreu várias salas, repletas das mais belas estátuas que seus olhos já haviam contemplados. Todas representavam amantes Duos, cujo braços enlaçavam  os corpos dos seus amados. Cada sala era mais bela do que a outra. Finalmente a jovem Chegou a um quarto espaçoso, iluminado Pela Luz Alegre de uma imponente lareira. Um leito perfeitamente arrumado estava no centro do quarto, enquanto uma refrescante brisa agitava as finíssimas cortinas rendadas da janelas. Nesse instante, uma voz delicada sou e seus ouvidos, provocando susto. A voz dizia que a partir daquele dia o palácio seria de psiquê e que ela,  a voz,  estaria ali para servi-la. Na parte interior do aposento havia um quarto de banho. A moça ficou maravilhada com o lugar, que havia uma banheira de mármore cheia de espuma. Disse que sentiu que sua túnica deslizavam por sua pele e fora retirada por uma delicada mão invisível. Logo a jovem estava mergulhada na água refrescante. Depois, a jovem desceu ao salão principal, onde um banquete digno de uma rainha estava esperando por ela. Mais tarde, disse que se recolheu Definitivamente a seu quarto, embora sempre sozinha. Psiquê perguntava quem era a voz e por que nunca a pessoa parecia. Não entanto, a voz não responde a nenhuma de suas perguntas. Ainda Exausta com os acontecimentos, a jovem deitou  em seu magnífico leito e adormeceu. Cupido, tão logo teve a certeza de que sua amada dormira,  aproximou-se discretamente e deitou-se a seu lado. Ficou longo tempo observando as feições da Moça. Depois deu um beijo na boca da jovem que despertou assustada. Cupido pediu para a jovem não se assustar. Durante a noite inteira, os dois se entregaram ao amor. A moça nunca pude ver as formas de seu amado. Ela procurava enxergar com as mãos deslizando seus dedos pelo rosto e pelo corpo inteiro aquele homem.

Os dias passaram sem que o futuro esposo e psiquê se manifestar de forma visível, embora continuasse a visitá-la. A jovem foi aos poucos se familiarizando com todo o esplendor do Castelo e começou a sentir falta da presença física de alguém. Ela clamava pelo marido para que ele fizesse companhia. O Homem Invisível dizia a moça que poderia feri-la e provocar um sofrimento como nunca antes talvez ela tenha experimentado. A moça disse ao marido que tinha saudades e sua família e gostaria imensamente de poder rever os pais e as irmãs. Cupido, sempre invisível, prometeu pensado pedido. Na mesma noite, o amante retornou com uma boa notícia: estava disposto a permitir que suas irmãs viessem visitá-la. Radiante de alegria,  disse que abraçou por vazio, agradecendo o seu querido esposo. Temeroso de perder a sua amada esposa, pediu que ela tomasse muito cuidado com suas irmãs, pois elas ficariam tomadas pela inveja quando vissem que Psiquê era a senhora do Castelo de todas as riquezas que ele continha. Zephyrus, instruídos por Cupido, trouxeram as irmãs de psique, da mesma maneira que haviam trazido a jovem. Ainda impactadas por aquela viagem, as irmãs aventuraram ao palácio, conduzidas pelas mãos de psiquê. Uma delas perguntou à jovem se tudo aquilo lhe pertencia. A irmã de esse que não se contia de inveja. Embora viver em um Palácio, o seu  nem chegava a sombra disse que tinha agora diante dos olhos. Um rancor surdo agitava também a alma da outra irmã. Ela que o saber onde estava o maravilhoso marido de psiquê. Ela tinha a esperança de que ele fosse mesmo um ser horroroso, tal qual prediz o Oráculo de Apolo. Disse que foi obrigada a confessar que jamais pusera os olhos nele. A primeira irmã logo disse que o marido da irmã deveria ser tão monstruoso que não tinha coragem de aparecer abertamente. Disse que o marido da jovem era um monstro e que cedo ou tarde ele iria matá-la. A jovem ficou atordoada por aqueles sobre os prognósticos e se encheu de medo de seu enigmático esposo. Uma das irmãs correu até a cozinha e ao voltar lhe Estendeu uma faca afiada ordenando que psiquê matasse seu próprio marido. A moça não entendeu. A irmã afirmou que é necessário matá-lo antes que ele a matasse. A invejosa orientou psiquê que naquela noite fizesse o seguinte: assim que Cupido deitasse e viesse a unir com ela, assim que ele adormecesse, ela deveria se levantar tomada de uma lâmpada e Iluminasse a figura do marido para ver quem ele era verdadeiramente. Naquele momento, era necessário que a jovem estivesse com a faca na mão. Assim que percebesse que tinha um monstro de usa seu lado, deveria transpassar seu coração com a lâmina, sem pensar duas vezes. A jovem imaginou que o conselho era de dado pela amizade resolveu finalmente decifrar o mistério. Naquela mesma noite, psiquê colocou em execução o seu plano. A moça pegou a lâmpada e dirigiu sua luz em direção ao rosto do esposo. Uma inflamação do incontido espanto escapou dos lábios da jovem quando visou o rosto de Cupido. Ela tinha diante de si o mais belo rosto que seus olhos já tinha visto. Porém, ao inclinar-se para ver melhor as feições do seu amado esposo, inclinou demasiadamente a lâmpada, o que fez com que uma gota do azeite caísse sobre o ombro dele. Cupido abriu os olhos enxergou a jovem que impunha lava numa das mãos a cadeia e na outra Adaga afiada. Colocou-se em pé exclamou dizendo que amada havia escolhido segue os conselhos maldosos de suas péssimas irmãs em vez de confiar em suas palavras. Psiquê tentou justificar a sua ação. Disse que jamais havia pretendido fazer mal ao seu amado. Mas naquele momento Cupido havia deixado o quarto voando pela janela. A moça caiu desconsolada na cama. Quando ergueu a cabeça, percebeu que estava deitada sobre a grama verde dos campos. Ao seu redor não havia sinal do seu maravilhoso Castelo. A jovem nada entendeu. Relanceando olhar ao redor, percebeu que estava a poucos metros da casa de suas irmãs. Psiquê correu para lá para buscar alguma explicação. Depois de ser recebida com espanto por elas, contou toda a sua terrível história. Uma das irmãs fingiu sentir pesar. A outra disse que aquilo era o preço da ingratidão, fingindo revoltada. Disse que tudo era culpa de Psiquê, que deveria ter sido mais generosa, depois de tudo o que Cupido fez por ela.

No mesmo dia, as duas irmãs decidiram voltar ao local onde havia sido raptado pelos Zephyrus, na esperança de que esses as conduzissem de volta para o Palácio de cupido. Objetivo era que uma delas pudesse ser escolhida para substituir a ingrata irmã. Deitaram sobre A Relva e aguardaram que os zéfiros surgissem novamente. Estiveram ali durante muito tempo sem que soprasse a menor brisa. Um calor insuportável descia dos céus. As coléricas clamavam aos Ventos e os xingavam de idiotas. Em resposta, sentiram uma forte brisa sopra seus rostos. Elas acharam que eram os Zéfiros que estavam chegando para levá-las até o palácio Encantado. Enquanto isso, Psiquê,  desesperada Decidiu ir falar pessoalmente com Vênus, uma vez que já sabia que era mãe de cupido. A deusa estava irado e perguntou para a moça se ela havia indo até o templo para terminar de matar ou seu filho. Psiquê disse que afirmou para mãe de cupido que jamais tivera a intenção de praticar o crime. A deusa não se comoveu com as palavras da jovem e Decidiu mantê-la sobre o seu serviço; ela maltratava a moça e impunha serviços e obrigações acima de suas forças. A jovem suportável tudo com ânimo forte, disposta aí até o fim apenas para reaver o seu esposo. Vênus percebeu que a moça era resistente e decidiu impor uma tarefa além de suas forças: queria que Psiquê fosse até os infernos para pedir a prosérpina que enviasse a Vênus uma caixa de beleza, pois havia perdido um pouco da sua ao cuidar do seu filho doente. A moça não sabia como chegar ao Reino de plutão e entrou em desespero. Chegou a pensar em desistir da própria vida, quando uma  voz invisível disse-lhe que ia ensiná-la como chegar a Prosérpina. A mesma voz prossegui a lhe falar indicando o melhor meio para alcançar Hades Sombrio. A moça escutou tudo com grande atenção e parte logo em seguida para cumprir sua missão. Andou por vários dias até alcançar uma gruta, no interior da qual descortinou uma fenda que conduzia ao reino de plutão. Munido somente de sua coragem,  a moça penetrou nos escudos labirinto da Morada dos mortos. 

Depois de convencer o Barqueiro Caronte a levá-la para outra margem do rio, Passou incólume, intacta, por Cérbero; adiantou-se e chegou finalmente diante de Prosérpina, e fez o que Vênus lhe ordenara. Após ter recebido das mãos da rainha Infernal a caixa mágica, Psiquê preparar-se para levar o precioso objeto para a deusa do amor. No entanto, ficou curiosa em saber o que afinal havia dentro da caixa. Ela se lembrou da voz misteriosa que pediu para não abrir a caixa. No entanto, curiosidade era grande. A moça abriu a caixa e foi envolvida por uma nuvem mortal -  a nuvem do eterno sono. Psiquê caiu ao solo como morta. Comprido não aguentava mais de saudade sua adorada esposa e resolveu sair à sua procura, aproveitando o descuido da vigilante mãe. O jovem voou de um lado para outro até que encontrou Psiquê caída no chão, desacordada. Cupido disse que sabia que a curiosidade da jovem iria estragar tudo outra vez. Cupido, no entanto, conseguiu retirado o corpo psique o sono mortal e devolvê-lo para dentro da caixa. 

Aos poucos, a moça foi reabrindo os olhos até perceber que estava nos braços de seu amor. Cupido pediu que é amada levasse a caixa para sua mãe, mas que jamais tentasse abrir lá outra vez. Disse que enquanto ela levava a caixa para Vênus, ele iria a ter Júpiter para medir que o Deus Todo Poderoso convencer-se a Vênus a aceitar Psiquê esse que Como sua esposa. Cupido alcançou um rápido voo e foi Cumprir o que dissera. Tanto implorou ao Deus dos Deuses que esse decidiu interceder a favor de ambos diante de Vênus. Psiquê foi chamada a presença dos Deuses e recebeu das mãos do próprio Júpiter uma taça contendo o Néctar da imortalidade. Júpiter disse a Psiquê que a partir daquele momento ela seria uma deusa também. Enquanto ela bebia o néctar, uma borboleta pousou sobre a sua cabeça. Ela e cupido uniram-se assim num amor feliz e eterno.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Pigmalião e a estátua - resumo

Pigmalião conta em seu diário Como foi a sua aventura. Ele fala que no primeiro dia chegou a ilha de Chipre, onde pretendia instalar para exercer atividade de escultor. Ele ficou sabendo que os ares da Ilha eram revigorantes e a luminosidade era ideal para os artistas. Ele deu uma caminhada pelas ruas da cidade,  assim que guardou as suas coisas; as ruas eram cheias de caminhos labyrinthicus; as casas eram baixas e sólidas; a população era bastante agitado.

Segundo dia

No segundo dia Pigmalião estava aguardando a chegada do grande bloco de mármore que ele havia encomendado em Páros. Apesar de ter tomado essa Providência há mais de um mês. Pigmaleão acredita que caiu novamente na conversa dos  transportadores. No final do segundo dia, estava insuportavelmente quente. Ele deu uma passada no posto para saber da embarcação proveniente da Ilha..

Terceiro dia.

Pigmalião relata a audácia das mulheres da Ilha. Ficou surpreendido com o comportamento vulgar da maioria delas. As mulheres não hesitavam em se insinuar diante de qualquer homem, com propostas francas e usadas; o jovem não estava acostumado com isso e não podia deixar de achar que as mulheres perdem muito de sua graça quando sou muito desinibidas. Pigmalião teve a oportunidade de ver e isto de maneira Franca é uma delas,  que apenas riu da cara dele. Ela o disse que estava farta de ouvir falar tanto em virtudes. Pediu para que eles falassem um pouco de prazer. Pigmalião teve que conter o ímpeto da mulher; caso contrário, ela teria indo muito mais longe nas suas intenções. Pigmalião acha que não fez mal, pois em seguida ela lhe deu as costas, não desdém Alegre que provocou o riso de todos - até dos homens,  que pareciam gostar daquele tipo de mulher.

O quarto dia

Finalmente a encomenda de Pigmalião chegou. Pela manhã,  ele foi bem cedinho até o porto, com um forte pressentimento de que seu bloco de mármore estava a caminho. Quando ele chegou ao Porto, perguntou a um velho se estava prevista a chegada de alguma embarcação vinda de Páros. O velho, sem olhar no rosto do rapaz, apenas indicou com seu dedo recurvo o alto-mar. A nau apontada pelo velho de fato vinha da Ilha. Pigmalião sentou-se sobre os degraus amplos do cais enquanto esperava a embarcação. Naquele instante,  uma chuvinha miúda Começou a cair quando navio encostou tem na frente dele. Naquele momento, pigmalião teve a satisfação dever descarregar, envolto por uma armação de tábuas,  o seu sólido bloco de mar -  então puro que lembrava o mais fino Marfim. Ele acompanhou com os carregadores ou translado da pedra até a sua casa. Estava feliz em poder retomar sua atividade pois já andava cansado de tanta ociosidade. Enfim ele começou a trabalhar.

Quinto dia

Pigmalião passou o dia inteiro pensando no que faria do seu magnífico bloco de mármore. Vários temas passaram pela mente dele.  Pigmalião acabou optando por fazer uma estátua de mulher. Ele queria fazer uma mulher de verdade,  diferente de todas as que ele via na rua. Sem se dar conta do seu paradoxo,  continuou decidido a mudar uma mulher tal como ele preferia: bela e discreta.

Décimo dia

Neste dia a obra pigmalião admiravelmente avançava. O trabalho exige muita concentração. Durante 5 dias ele teve entregue a tarefa de dotar sua estátua de um rosto superior a todos os outros.  O jovem não tinha tempo, nem ânimo para desviar os olhos da sua obra. Naquele dia, ele havia chegado à conclusão que o rosto seria a parte mais importante de uma mulher. Pigmaleão conseguiu de tal modo de colocar nele as particularidades das feições mais belas que ele havia conhecido e acabou esculpindo um que não parece com nenhum outro jamais visto. Não sabia exatamente explicar como chegou a construir aquele rosto sonhador oriental com o ar de ponderada reflexão das mulheres mais sábias da sua terra. O semblante da estátua a princípio parecia meio Severo, da testa até o nariz. Dali para baixo, resplandecer uma alegria,  comedida e mais interior. Seu rosto tinha uma forma ovalada; e seus cabelos compridos, tecidos de cada lado de suas feições, eram uma moldura perfeita para ele. Pigmaleão confessa que se não fosse o rosto de uma estátua, ele estaria apaixonado por ele.

Décimo primeiro dia

Depois de dar alguns retoques  na cabeça da estátua,  pigmalião começou esculpir o pescoço e o torso. Isso seria uma tarefa que  exigiria muito tempo,  pois ele deveria esculpir as curvas de seus membros e modelar o seu seios. Enquanto esculpia,  pigmalião teve como uma súbita inspiração. Ele abandonou o martelo e o formão e exclamou de improviso: Galateia - é uma nereida, filha de Nereu e Dóris. Andava em uma carruagem puxada por golfinhos. Seu nome significa "donzela branca".

Décimo terceiro dia

Pigmaleão terminou o desculpe o pulso e preferiu dar um volume intermediário entre o grande ou pequeno. As duas estruturas estavam inacreditavelmente sólidas e ao mesmo tempo Parecia um leves e soltas de tal forma que pareciam balançar toda vez que ele sacudiu levemente o pedestal.

Vigésimo quinto dia

Finalmente Pigmaleão concluiu sua adorada estátua. Seus pés ficaram perfeitos. Ele nunca tinha visto joelhos mais simétricos. A cintura não tinha uma falha. As costas tinha as linhas mais harmônicas do mundo. A estátua estava inteiramente nua, mas logo ele iria cobrir lá de sedas. Pigmaleão decidiu cobrir a nudez da estátua conceda e joias mais caras e Belas que ele podia encontrar.

Vigésimo sexto dia

Pigmaleão comprou doces divertido para sua amada Galateia. Ele começou a cobri-la com longo vestido azul, a cor da noite. Deixou apenas descoberto a parte frontal do peito, o decote. Ele passou o dia a observar e imaginar a estátua. O jovem se deliciava. Ele sabia que as suas mãos esculpiram a estátua por inteiro, desde os dedos das mãos até o maior dos seus segredos. As mãos de Pigmaleão recusavam descobrir Um milímetro sequer do corpo da estátua. Ele tinha medo de que seus dedos queimasse em contato com o ardente mármore da pele da estátua. O jovem descartou a hipótese de loucura. O que fez ele se apaixonar pela obra de suas mãos foi  que Galateia era perfeitamente real na sua esplêndida exigida e mobilidade.

Vigésimo sétimo dia

Naquele dia,  Pigmaleão havia cometido algo que poderia parecer uma extravagância: ele havia removido a sua querida Galateia de seu pedestal e colocado deitada no seu leito. O jovem teve que se retirar do quarto por alguns instantes. Quando ele retornou, levou um susto. Olhando para a estátua,  um jovem perguntou o que ela estava fazendo no seu leito, de tão Vivida que a estátua parecia. Pigmaleão aproximou-se e tocou na mão da sua obra. Ele sentiu que dos dedos da estátua emanava um calor vivido, como se fosse dos dedos de uma mulher de verdade. O rapaz não teve coragem de tirar ela do seu descanso e foi dormir no chão alguns passos da estátua. Enquanto estava deitado no chão,  ficou a pensar o que as pessoas iriam imaginar se mirassem aquela cena. Para Pigmaleão,  o azar era delas, porque ele amava a sua Galateia.

Vigésimo oitavo dia

Nesse dia aconteceu que o rapaz beijou a estátua pela primeira vez. Os lábios da Galateia não eram de carne; ao beija-los,  Pigmaleão desejou torná-los reais, úmidos e quentes como os de qualquer outra mulher ou como os de nenhuma outra mulher.

Vigésimo nono dia

Havia começado na ilha de Chipre as festividades em honra a Vênus. Pigmaleão esteve em uma procissão e não pode deixar de maravilhar com a devoção do Povo. Durante o culto, enquanto se fazia o sacrifício,  uma ideia passou pela cabeça do rapaz; mas ele logo a descartou por lhe parecer absurda demais: ele queria Galateia viva. Depois daquele dia, ele não pôde querer outra coisa. A sua cabeça estava em febre. Pigmaleão explica que chegou a casa naquele dia quando o sol já surgiu no Oriente com seu primeiro brilho. Ele passou a noite inteira aproveitando as festividades de Vênus. Naquela noite eu havia rechaçado a ideia de pedir a Deus que vivificasse a estátua. Sentiu que aquela loucura de fazer tal pedido ocorreu devido a ver se envolvido cortejo em que as mais belas mulheres de chifres desfilavam. Naquele momento,  passou pela sua cabeça de que precisava de uma mulher de verdade. Tão logo chegou a casa, foi punido por Galateia,  que naquele dia mais do que nunca lhe parecia irremediavelmente de pedra. Seu rosto estava perfeitamente impassível e seus lábios não responderam ao contato dos seus. Pigmalião tinha a certeza de que a estátua estava enciumada. Perguntou a Galateia o que ele podia fazer para se desculpar. O olhar da estátua recusava a fixar no seu. O rapaz estava tomado pelo remorso e abraçou de joelhos a cintura da estátua dizendo que nenhuma outra mulher poderia jamais chegar aos pés de Galateia. Após as palavras,  ele cobriu a estátua de beijos.

Trigésimo dia

Após se desculpar com a Galateia,  o jovem foi até o Templo de Vênus fazer o pedido a deusa. Enquanto as pessoas faziam suas classes e queimavam seus incensos, Pigmaleão entregou todo seu fervor em pedir que a deusa desce alma a Galateia. Ele sabia que ninguém seria melhor para fazer isso do que a Deusa do Amor. Pigmaleão escreveu o seu diário, trigésimo dia, em uma estalagem, onde havia passado a noite. Ele teve medo de chegar a casa e ver que seu pedido não havia sido atendido.

Trigésimo primeiro dia

Pigmaleão passou o dia inteiro vagando pelas ruas até chegar à noite. Ele tomou coragem e decidiu enfrentar seu destino. Atravessou o caminho margeado de árvores que levava até a sua casa. Ficou em pé, parado diante da porta, por um longo tempo, até que tomou coragem e entrou. A casa estava às escuras. Seu olhar foi direto para o pedestal. Nada havia em cima dele. Todas as hipóteses passaram como um turbilhão na sua cabeça e a pior delas foi que Galateia havia sido roubada. Pigmaleão percorreu todos os aposentos da casa, sem se lembrar, no entanto, daquele que era o único, além da sala, onde ela havia estado: o quarto. Implorando a Vênus que a encontrasse, ainda que sob forma de estátua, ele se direcionou em passos vacilantes para  o quarto. Ao entreabrir a porta, perdi a maior sensação de alívio quem poderia sentir: a estátua estava deitada em seu leito, coberta por um fino lençol, com seus cabelos caídos sobre os olhos. Certamente ele a havia deixado assim, como fizeram tantas outras vezes. O rapaz havia até esquecido do pedido que fizera a Vênus. Estava agradecido apenas por ver Galateia imóvel como sempre estivera. Feliz por ter ao menos a imagem para sempre ao seu lado, o rapaz colou seus lábios aos lábios dela com fervor e paixão. Naquele momento,  ele sentiu um calor emanar de sua boca, mas deixou por conta de seus desvarios. No entanto,  ao descolar a sua boca da dela, percebeu que a parte inferior dos lábios ficaram momentaneamente grudada ao seu, Como ocorre entre beijos de carne e osso. Pigmalião ficou extasiado. Com o coração galopando em terrível descompasso, puxou a coberta que estava erguida até o peito da estátua. Enquanto ele retirava a coberta, tocou involuntariamente no braço da estátua, que afundou suavemente com o contato do seu dedo, retornando em seguida a aparência normal. A pele da estátua nem de longe lembrava a frieza do mármore. Galateia estava viva. Não podia haver mais dúvida alguma. Pigmalião tomou a cabeça da estátua com a sua. Os olhos da estátua abriram-se lentamente, mostrando um brilho meio assustado. Pela primeira vez os olhos da estátua olharam verdadeiramente para os olhos de Pigmalião, sussurrando o seu nome.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

O mito de Pandora - resumo

Em tempos muito, muito longínquos, não existiam mulheres no mundo, apenas homens, que viviam sem envelhecer, sem sofrimento, sem cansaço. Quando chegava a hora de morrerem, faziam-no em paz, como se simplesmente adormecessem.

Mas um dia, Prometeu (cujo nome significa ‘o que pensa antecipadamente’, isto é, Previdente) roubou o fogo a que só os deuses tinham acesso e deu-o aos homens, para que também eles pudessem usufruir desse bem, na defesa contra os animais ferozes, na confecção dos alimentos, na garantia de aquecimento nas noites frias.

Ora, o rei dos deuses não podia deixar passar em branco a afronta de Prometeu e concebeu um castigo terrível para a humanidade.

Mandou então que, com a ajuda de Atena, Hefesto, o deus ferreiro, criasse a primeira mulher, Pandora, que significa (‘todos os dons’), e cada um dos deuses dotou-a com uma das suas características: Afrodite deu-lhe beleza e poder da sedução; Atena fê-la arguta e concedeu-lhe a habilidade dos lavores femininos; mas Hermes deu-lhe a capacidade de mentir e de enganar os outros.

Zeus ofereceu-a então de presente a Epimeteu, que era irmão de Prometeu. O seu nome significava exatamente o contrário do do irmão, pois Epimeteu quer dizer ‘o que pensa depois’, isto é, Irrefletido. E, de facto, sem pensar duas vezes e contrariando a advertência do irmão, que lhe dissera que nunca aceitasse nenhum presente vindo de Zeus, ele deixou-se seduzir pela bela Pandora e casou-se com ela.

Pandora trazia consigo um presente dado pelo pai dos deuses: uma jarra (a’ caixa de Pandora’), bem fechada, que estava proibida de abrir. Mas, roída pela curiosidade, um dia decidiu levantar só um bocadinho da tampa, para ver o que lá se escondia. De imediato dela se escaparam todos os males que até aí os homens não conheciam: a doença, a guerra, a velhice, a mentira, os roubos, o ódio, o ciúme… Assustada com o que fizera, Pandora fechou a jarra tão depressa quanto pôde, colocando-lhe de novo a tampa. Mas era demasiado tarde: todos os males haviam invadido o mundo para castigar os homens. Lá muito no fundo da jarra, restara apenas uma pequena e tímida coisa, que ocupava muito pouco espaço, a esperança. Por isso se diz que ‘a esperança é a última a morrer’. De facto, com todos os males soltos no mundo, lutando e quantas vezes vencendo os bens de que os homens gozavam, só a esperança, bem guardada no mais fundo dos nossos corações, nos dá ânimo para nunca desistirmos de expulsar as coisas más das nossas vidas.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Minerva e Aracne - resumo

Aracne era uma bela moça, filha de um tintureiros de lã,  na cidade de Colonon. Desde cedo ela começou a  bordar  e tecer, revelando seu talento Nato para a arte. A cada ano que passava melhor ela ficava em seus trabalhos. A moça era disputada por todas as mulheres da cidade. Todas queriam ter o trabalho das mãos da extraordinária artesã. Diziam que bordado bom era de aracne, o resto era bobagem.

De tal forma a fama de Aracne cresceu, que mesmo as ninfas dos rios lagos deixavam as suas águas para admirar os trabalhos da Moça. Um dia, Diana ficou sabendo da Fama da jovem por meio das Ninfas. Diana disse que Minerva havia encontrado uma rival à altura. A deusa, considerada protetora das obreiras e dos artesãos,  não admitir que uma reles mortal pudesse sequer emparelhar com as suas obras, respeitadas em tudo o Olimpo. Minerva queria saber quem era a fulana. Diana disse que o nome da moça era Aracne. No mesmo dia,  Minerva decidiu apresentar-se diante da rival e ver se realmente ela era tudo aquilo que afirmavam. Metamorfoseada de uma velha,  a deusa Partiu para o país onde vivia Aracne. Quando chegou lá, encontrou artesã sentada à beira de um Regato, cercada de um exército de Ninfas, que admiravam ou magnífico trabalho da jovem.

A deusa cumprimentou Aracne. Observando o trabalho da moça, percebeu que ela era mesmo uma boa artesã. Me leva disse a jovem que ela fazia um belo trabalho. A moça disse que todos diziam isso. A velha perguntou Aracne se ela já havia agradecido a Minerva por aquele Dom recebido. Ouviu da jovem que os méritos eram próprios e que Minerva deveria cuidar nos seus bordados, assim como ela cuidava dos seus. Um sussurro de espanto correu por entre as Ninfas. A velha pediu Aracne que não falasse aquilo, pois era uma ingratidão sem tamanho. A moça pediu a vovó para deixar lá trabalhar em paz.  Minerva retirou o disfarce e perguntou para a jovem esse era aquela a ideia que tinha de uma deusa. Aracne não demorou grande pressão ele prosseguiu abordar como se nada houvesse acontecido. Minerva pediu para a mal agradecida olhar para ela. A moça disse a deusa que estava trabalhando e não podia atender o pedido da deusa. 

Minerva propõe então um desafio, pois estava certa da sua vitória. A moça pediu a deusa que falasse. Ela não queria outra coisa senão me disse com a própria deusa os trabalhos manuais. Minerva pediu que as vistas processo em todas as lãs que pudessem. As duas mulheres mostravam-se arrogantes. Não era possível saber qual seria a vencedora daquele confronto. Ao sinal da deusa, as duas começaram a trabalhar. Cada qual tinha alço eles uma grande tela, na qual deveriam bordar um grande tapete figurativo. Minerva escolheu fazer um desenho de uma disputa que tivera com Netuno. Já a moça por dava magistralmente a cena do rapto de Europa por Júpiter. As ninfas dizia que a tela de Minerva estava mais bela. De fato,  na tela havia o mar, os peixes, o Deus Netuno com seu tridente; tudo parecia adquirir vida própria. Outra ninfa disse que o trabalho de Aracne era mais belo. Ela abaixava o tom de voz para não ofender a deusa Minerva. No entanto,  o tapete de aracne não ficava há de ser nada ao da sua rival em matéria de cor, beleza e vivacidade.

A medida que as duas sinalizava o trabalho, a ansiedade e a expectativa das Ninfas tornavam-se quase insuportáveis. De repente, Minerva pôs-se em pé com grito de Triunfo: pronto, amadora, Apresente o seu trabalho! Aracne deu o último nó e seu bordado e o ergueu dizendo para as ninfas julgarem os trabalhos com imparcialidade. Minerva arrebatou tapete das mãos de aracne. Enquanto estudava o tapete, escondeu o rosto para ninguém ver sua tamanha admiração estampada em seu rosto. Dizia para si mesmo que o trabalho da maldita rival era superior ao seu. Temendo que as julgadoras chegassem à mesma conclusão, a deusa perdeu a cabeça e fez em pedaços o belo tapete, mostrando que não admitir ia sofrer uma humilhação. Aracne disse que  Minerva era cruel e injusta. Em seguida, a jovem rasgou também o trabalho da rival sapateou em cima dele. Pediu para que a deusa olhasse para o que sobrou do seu horrível bordado e arreganhou os dentes. Isso foi demais para paciência de Minerva, que não podia admitir tamanho de uma relés mortal. Ela ergueu sua mão sobre a cabeça de aracne e jogou Li uma praga terrível. A moça estava tomada de ódio e não sentiu o seu corpo se transformar em uma bola Negra. Disse os flancos saíram várias pernas cabeludas, o que encheu de horror as ninfas, as quais se lançaram a água, pois estavam temerosas de serem punidas pela deusa.

Minerva tomou em suas mãos a asquerosa criatura e pendurou em um galho de árvore,  dizendo Aracne ali estava o prêmio da sua arrogância. A deusa eu já ia dando as costas para se retirar, quando percebeu um ruído vindo da árvore. Ela viu a criatura Negra movimentar suas pernas com extraordinária agilidade. Aracne costurou o manto com uma seda extremamente fina retirada de seu dorso abaulado. Aos poucos, Minerva Rios sujos diante de seus olhos O Magnífico bordado circular, que excedia a tudo que ela antes já fizeram. Parecia que a jovem, ainda que sob aquela odiosa forma, havia se tornando ainda mais talentosa com seus diversos braços. Minerva reconheceu a derrota e partiu correndo do Maldito Bosque.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

 

 

 

 

 

Perseu e a cabeça de Medusa - resumo

Poucos homens podem se vangloriar de terem nascido de uma chuva de ouro. Somente Perseu pode se vangloriar. O rei de Argos, Acrísio, tinha uma bela filha chamada Danai. Um dia, este poderoso Rei foi consultar se com o oráculo e recebeu de um aviso que a filha jamais deveria ser mãe, pois dela nasceria um homem que provocaria a morte do próprio soberano. Temendo que essa profecia Viesse a se realizar,  o rei mandou encerrar a sua própria filha numa inacessível  torre de bronze. Ele acreditava que naquele local a moça estava livre de qualquer pretendente.

O rei Acrísio, no entanto, se esqueceu volúvel Júpiter que enxergava tudo do Olímpio. Ele viu a pobre moça debruçada sobre a janela e se apaixonou perdidamente por ela. Para o pai dos Deuses não existem Torres inexpugnáveis, que não se pode vencer. Metamorfoseado de uma nuvem Dourada,  Júpiter penetrou nos aposentos de Danai e a fecundou de uma maneira original. Ele fez desse Sugar moça uma Abundante Chuva de ouro. Quando o rei descobriu o fato,  tomou se tira. Antes de tomar uma Providência,  decidiu aguardar que o neto nascesse. Tão logo o menino veio ao mundo, o rei deu esta ordem Cruel aos guardas:  tranquem Danai e seu filho dentro de uma arca e lancem ambos no mar. A ordem foi cumprida integralmente. O rei Acrísio suspirava aliviado. O sol e a lua brilharam alternadamente sobre a arca fatídica, enquanto ela flutuava ao sabor das ondas. Um dia ela foi cair na praia de Serifo, onde Um Pescador a encontrou. Quando ele abriu a tampa da arca, teve uma surpresa: encontrou uma mulher e uma criança. Danai segurava a criança em seu colo. Ela pediu ajuda ao pescador, antes de desmaiar. O velho recolheu a mulher e o filho e lhes deu abrigo e alimentação. Tão logo superaram a terrível viagem, o homem os levou até o rei do País, que se chamava Polidecto. O rei tratou a moça e seu filho com muita atenção, dando-lhe os lugar para morar.

Com o passar dos anos, Perseu foi crescendo até se tornar um rapaz forte e musculoso. Como o rei mostrar você cada vez mais interessado em possuir Danai,  decidiu afastar do reino o rapaz. Para tanto ordenou que ele fosse combater a terrível Medusa, uma criatura monstruosa que espalhava o terror por todo o reino. Perseu que saber quem era Medusa. O garoto tinha pendor natural para Aventura. O rei explicou que medusa era uma das três górgonas, as três filhas de Fórcis e Ceto. Ela se chamavam Euríala, Esteno e Medusa. Das três,  A última é a mais bela. Todas as mulheres tinham inveja da beleza de Medusa, em especial da sua bela cabeleira Negra. Seus cabelos eram tão escuros e sedosos que pareciam fios da noite a escorrer sobre os seus ombros.

O rei para o seguiu a sua história acrescentando que um dia a mais bela das górgonas apaixonada se por Netuno, o Deus dos Mares. Tendo marcado um encontro amoroso com ele num dos tempos de Minerva,  acabaram provocando A Ira da deusa.  Sedenta por vingança,  Minerva decidiu punir a jovem, transformando sua linda cabeleira no ninho das mais horrendas serpentes. Após a transformação,  Medusa foi se refugiar numa gruta fortificada. Dizia-se que ela possui agora o dom de converter em pedra todo aquele que a encarasse.

Perseu, tendo ouvido o relato do Rei, decidiu aceitar a missão. Ele estava ciente de todos os perigos. Partiu alguns dias depois, sob os protestos da mãe. Após uma longa jornada, o jovem chegou diante da Fortaleza de pedra onde a Medusa se escondia. Logo à entrada, ele deparou-se com algumas formas humanas, que fizeram ele crer que se tratavam de Guardiões. Erguendo a sua tocha, Perseu descobriu que eram homens mortos que tinham seus corpos transformados em Pedras. Todos pareciam ainda vivos. Seus gestos derradeiros refletiam o último espasmo do terro; Enquanto uns procuravam proteger seus olhos com as mãos, outros tinha uma perna posta em recuo, como quem começa a fugir. Outros tinham a espada erguida Acima das Cabeças, como quem prepara um golpe fatal. Seguindo um pouco mais para dentro da caverna,  Perseu escutou uma conversa. Ele aproximou de maneira cautelosa, até vislumbrar duas altas mulheres que pareciam guardar a entrada principal da Fortaleza. Eram as irmãs de Medusa que ali mantinham Perpétua vigília. A primeira delas sentiu a presença de alguém e estendeu a mão pedindo a outra mas aquele desse algo porque havia alguém no local. Tomando alguma coisa das mãos da outra a primeira instalou aquilo no rosto e por se olhar para os lados onde Perseu se escondia. Mesmo que na quase escuridão total de onde se encontrava, o jovem ou de perceber que objeto que a monstruosa criatura colocava no rosto era um único e Alerta olho esverdeado. As duas criaturas possuíam apenas um globo ocular que compartilhavam na medida que dele necessitassem. Perseu pegou uma pedra e lançou para  o lado daquela que temporariamente estava cega. Logo a mulher pediu que a irmã lhe emprestasse o olho verde. Enquanto uma vasculhava extremidade oposta da caverna, Perseu aproximou-se discretamente daquela estava mais próxima em defesa. Ele sacou da espada e cortou facilmente a cabeça da sinistra criatura, a qual implorava para que a irmã devolvesse o olho. A outra ficou apavorada e retirou da testa o olho, lançando em um vazio. Perseu pegou o olho com uma das mãos e agradeceu a mulher, enquanto desferia um golpe certeiro sobre o pescoço da vítima com sua espada afiada. A segunda das temíveis górgonas cai ao chão sem cabeça e sem olho. Uma poça de sangue formou-se aos pés de Perseu que seguiu adiante deixando no chão suas duas pegadas vermelhas e disposto a enfrentar agora mais perigosa as três irmãs.

O vento frio percorreu os corredores recobertos de estalactites, que pendiam nas paredes como afiadas Estacas de gelo. Uma respiração curta e forte misturava-se ao fluxo contínuo do vento. Perseu percebeu que era a Medusa que o seguia. Ele escutou uma voz que dizia que o maldito haveria de pagar caro pela morte das irmãs. Tocha de Perseu apagou-se e tudo mergulhou na extrema escuridão da caverna. Ele parecia um guerreiro cego quem tateava o caminho com a ponta da espada. Preso ao outro braço levava O Escudo que recebera de Minerva, Antes de Partir. Eles se recordava bem da última recomendação que jamais deveria enfrentar o olhar da Medusa, pois isto seria  o fim. Quando fosse enfrentá-la, deveria mirar apenas um reflexo produzido por esse escudo. Perseu começou a ir que o seu escudo quando de repente sentiu que uma mão poderosa agarrava seu braço, tentando retirar o escudo. O barulho metálico do instrumento batendo contra as rochas das paredes ressoou pelos corredores escuros. Ao mesmo tempo, um golpe forte abateu sobre suas costas fazendo com que caísse de bruços e quase sem sentidos ao solo. Perseu ainda estava atordoado quando viu duas mãos vigorosas virarem seu corpo para frente. Estas mãos agarraram sua cabeça e a sacudia. A voz pediu para que ele acordasse. Seus olhos começavam a se abrir quando se lembrou da advertência da deusa Minerva. Perseu apertou as pálpebras, enquanto tentava desvencilhar dos braços rígidos da monstruosa mulher. Ela insistia para que o guerreiro abrisse os seus olhos contemplasse os seus olhos. Perseu sentiu na boca a pressão dos lábios úmidos da Medusa. Sentiu um hálito frio e fétido que o fez imaginar o beijo da morte. O jovem percebeu que os seus joelhos estavam livres. Ele os encolheu até o peito e arremessou para longe a figura monstruosa. A força foi tamanha que Ela cruzou toda extensão da caverna indo chocar-se violentamente contra uma parede. Uma golfada de sangue foi expedida pela boca da Medusa. Perseu rapidamente colocou-se em pé. Ele divisou o brilho de seu escudo, que estava a alguns metros dali. Tão logo ou teve outra vez em mãos, procurou ver pelo reflexo prateado o que se passava atrás de si. Uma forma vagamente feminina vinha em sua direção. Perseu não teve tempo de ver o rosto da Medusa. Um salto lixeiro Os jovem desviou-se caindo ao chão e mantendo preso Seu Precioso escudo. Na outra mão, ele segurava a espada. A Medusa disse ao rapaz que ele haveria de morrer como todos haviam morrido. Ela disse que ia colocar a estátua de Perseu bem no centro da caverna. O rapaz Manteve o silêncio ele estava concentrado em seus movimentos e nos movimentos da criatura, que continuava a se mover dando saltos. Por um instante a criatura desapareceu; repentinamente seu rosto surgiu novamente no espelho do escudo. Seu rosto pálido era uma máscara de onde sobressaiam dois olhos de pupilas horizontais, como dos répteis. Acima deles, as serpentes agitavam espichando para fora das bocas suas línguas e arremessando seus corpos em botes rápidos. Perseu fechou os olhos e girou seu corpo com extrema velocidade, arrancando, com golpe certeiro da espada, a cabeça da Medusa. O corpo da mulher Tombou ao solo. Sem o auxílio do escudo, Perseu eu viu surgir do sangue que jorrava em algum dança do pescoço da criatura um belo e alvo cavalo alado, que se chamaria Pégaso e se tornaria famoso por auxiliar outro herói, Belerofonte, a derrotar a monstruosa quimera. Pêssego em sacou a cabeça da Medusa; montou no cavalo alado e retornou para casa, satisfeito com a sua vitória.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

 

Novidade!

8º ano do Ensino Fundamental Língua Portuguesa

  QUESTÃO   1                                                              VALOR: 0,60                       NOTA:_______ Observe os três ...