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O Miniconto ep.1: valor da honestidade

Conta-se que um profeta reuniu seus discípulos para falar sobre a honestidade. Ele disse:
- Em reino muito distante, um governador autoritário, que se achava acima das leis do estado, ordenou que dezenas de milhares de pessoas fossem empregadas em dezenas de milhares de vaga que seriam ocupadas por dezenas de milhares de cidadãos que pagaram para fazer as provas do concurso, que se dedicaram um longo tempo aos estudos para se preparem para a avaliação e que em seguida foram aprovadas. 

Anos depois, os representantes da justiça decidiram que as vagas ocupadas ilegalmente deveriam ser devolvidas ao poder público, as quais seriam destinadas novamente a ampla concorrência, conforme determinava as leis do país. Todavia, os posseiros que ocupava ilegalmente o cargo público se revoltaram contra os juízes e contra aqueles que defendiam a legalidade. Eles diziam que estavam sendo discriminados e que as pessoas que apoiavam a atitude dos juízes estavam tendo prazer na desgraça alheia. 

Devido aos protestos, as pessoas que apoiavam a constituição do país quase tiveram que se calar. Uma minoria, com um discurso eufórico, tentou calar a maioria. Os amantes da ilegalidade paralisaram o serviço público por um dia; foram às ruas, tumultuaram o trânsito das grandes avenidas e prejudicaram dezenas de milhares de pessoas que estavam trabalhando legalmente, só porque se achavam no direito de reivindicar emprego perdido de forma legal. Agora eu pergunto - continuou o profeta - vocês acham que essas pessoas são honestas?
Responderam um dos discípulos:
- De forma alguma, meu Senhor. Elas são usurpadoras do direito constituído e não respeitam a opinião alheia.
- Na verdade, na verdade, eu vós digo que as pessoas só valorizam a honestidade até o momento que ela não lhes traz prejuízos.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Noviço poeta: ep. : A rosa e professora

Eu era pequeno
Bem me lembro
Não posso me esquecer
Meus pais levaram-me a escola
Hoje sei ler e escrever

Na escola encontrei
Professoras tão zelosa
As quais venho comparar
Bom as mais singelas rosas

A flor que te ofereço
A simples rosa botão
Bom ela também expresso
Meu ato de gratidão

A rosa desabrochando
Podemos compreender
Vemos você se esforçando
Para podermos vencer

Pouco mais se desabrocha
Vê-se o círculo da carola
Lembra-me quando ingressei
Nesta tão querida escola

A rosa desabrochada
Comparo à sua alegria
Contigo também me alegro
Porque hoje é o seu dia!!!

Francisco Xavier

Noviço poeta: ep. : Ao Professor, com carinho



Na alegria e no furor...
Ele é o Professor.
Falando ou xingando,
Ele está sempre ensinando...

Do alfabeto, ele vai falar
E a gente vai escutar.
Podemos até “zuar”
Mas, temos que memorizar.

Estudar, a gente estudou
E o verbo falar, ele conjugou...
Pro trabalho, ele dá o tema.
Xiii... Nem sei falar de fonema.
Logo, ele já resolve esse problema.

Tirando vermelho ou azul na nota,
Não importa.
Não podemos é abandonar a escola,
Porque no português ou no inglês,
Somos como freguês.
Queremos aprender mais uma vez

Não dá para comparar...
Aprendendo e ensinando,
Lá está sempre o Professor.
E a gente, com ele,
Vencendo as barreiras
Para um dia ser doutor.

                                    Michele Batista Pimentel - Ensino Médio

Novidade!

8º ano do Ensino Fundamental Língua Portuguesa

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