Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.
Estávamos, como de costume, à beira da ruína. Meu pai, dono de um pequeno armazém, devia a um de seus fornecedores importante quantia. E não tinha como pagar. Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação… Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos; o destino o confinara no modesto estabelecimento de secos e molhados, onde ele, entre paios e linguiças, resistia bravamente aos embates da existência.
Os fregueses gostavam deles, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia, no momento, era conhecido como um credor particularmente implacável. Outro se desesperaria. Outro pensaria em fugir, em se suicidar até. Não meu pai. Otimista como sempre, estava certo de que daria um jeito. Esse homem deve ter seu ponto fraco, dizia, e por aí o pegamos. Perguntando daqui e dali, descobriu algo promissor. O credor, que na aparência era um homem rude e insensível, tinha uma paixão secreta por van Gogh. Sua casa estava cheia de reproduções das obras do grande pintor. E tinha assistido pelo menos uma meia dúzia de vezes o filme de Kirk Douglas sobre a trágica vida do artista.
Meu pai retirou na biblioteca um livro sobre van Gogh e passou o fim de semana mergulhado na leitura. Ao cair da tarde de domingo, a porta de seu quarto se abriu e ele surgiu, triunfante:PropostaMoacyr Scliar. In: Pipocas / Moacyr Scliar, Rubem Fonseca, Ana Miranda. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 13-16. Coleção Literatura em minha casa; v.2 Crônica e conto.
a) Introdução;b) Desenvolvimento;c) Clímax;d) Desfecho.
a) Características dos personagens;b) Qual personagem terá nome?c) Como o credor contará o conflito?d) Ele será sensível ou não?
Raquel era uma menina estudiosa, simpática e feliz. Ela era muito animada e extrovertida. Aos treze anos de idade já imaginava a sua festa de quinze anos. Tinha o desejo de que a festa fosse um marco na sua adolescência e por isso iria convidar muitos colegas da escola e da comunidade em que morava. No dia da festa haveria muita música e ela ganharia muitos presentes. Imaginava. Á meia noite, ela dançaria uma valsa com um convidado especial. Havia um probleminha: os pais de Raquel não tinham dinheiro para realizar o sonho dela.
Esta é uma história difícil de acreditar. Para muitos, um nascimento é igual a outro qualquer, mas não, cada vida tem um começo e um fim, assim como uma história. Um menino nasceu para a felicidade da família Silva, moradores da periferia de Belo Horizonte – a verdade é que eles moram em Justinópolis, Ribeirão das Neves, mas não aceita esse endereço e falam que moram em Belo Horizonte. Eles são de classe baixa, ou seja, pobres. Após o nascimento desse menino, que o nomearam por Wesley Dias da Silva, e todos ficaram mais felizes e encantados com a beleza dele. Porém, a felicidade da família durou poucos anos. Enquanto curtiam a criança, os pais dele não imaginavam o que os deuses reservavam para eles. Não imaginavam o sofrimento pelo qual iriam passar.
Há muitos e muitos anos, havia uma família que era muito estranha. Essa família era composta por treze pessoas: nove filhos, o pai e mãe e dois primos. A casa era enorme, pois ali morava uma grande família que cresceu ainda mais com a chegada dos dois primos, pois seus pais haviam morrido em um acidente automobilístico; com isso houve a adoção das crianças pelos tios. Todas as sextas-feiras a noites eles se reuniam em volta de uma fogueira e ficavam ali até altas horas, contando histórias de terror.
Um garoto nasceu após oito meses de gestação. Sua família morava em uma cidade do interior de Minas gerais. Era um menino muito frágil e teve que lutar para viver. Seu nome é Cristofen Walken, mas se tornou conhecido da comunidade em que vive pelo cognome de Cris. Sua família não era rica, mas também não era pobre. O pai de Cris morreu em um acidente de carro. Na época do acidente, Cris tinha apenas cinco anos.
Thales Batista Rodrigues – 8ª série.
Era uma vez eu. Eu sou uma gatinha e me chamo de Chandoca. Quando eu nasci, um homem me adotou e levou-me para a sua casa. Essa não era bonita, mas eu gostava muito de viver ali porque eu recebia muito carinho. O moço tinha seis filhos que o amava muito e uma esposa que ele a chamava de Deusa. Todos os dias ele dava-me leite e atum. No entanto, o que eu mais adorava era o momento em que meu dono ia trabalhar. Logo que ele saía de casa, eu corria para um quintal que havia em cima da casa e ficava a brincar com meus amiguinhos. Depois, eu subia na goiabeira e tirava uma soneca, esperando meu dono chegar.
Natália de Souza Pinheiro – 9º ano.
Era uma vez uma galinha que se chamava Geni. Mas essa não era uma galinha comum. Ela era uma galinha esperta, observadora e que, além disso, tinha poderes mágicos. E quais eram esses poderes? Você saberá ao longo desta história.
Geni vivia no meio de outras galinhas, numa fazenda pertencente à Dona Francisca. Essa adorava todas as galinhas, mas tinha a Geni como a galinha predileta porque percebia como as outras a tratavam com indiferença.
Certo dia, Geni estava andando pelo galinheiro e percebeu que havia dois homens estranhos rondando por lá. Imediatamente, a galinha saiu correndo para avisar a Dona Francisca, que estava na cozinha fazendo seus doces para vender na cidade. Como Geni não sabia falar, ela chegou ao local fazendo a maior bagunça no fogão a lenha. A galinha chegou a jogar todas as panelas no chão.
- Cocoricó...cocoricó.... Fazia a galinha Geni.
Dona Francisca bem que tentou, mas não conseguiu entender o que Geni queria dizer. A senhora pensou que a galinha estava com fome e, por isso, jogou milhos pelo chão. Em seguida, a mulher saiu tranquilamente para a cidade, levando seus doces de leite.
Ao perceber que a senhora partira para a cidade, os dois homens voltaram à fazenda para tentar roubar as galinhas de dona Francisca. Contudo, um mistério estava no ar. Mal sabiam eles que a galinha que queriam roubar botava ovos mágicos, feitos de ouro, os quais reluziam tanto que eram capazes de deixarem qualquer pessoa cega. Apesar de ser uma galinha esperta, ela nunca havia usado seus poderes. Por isso, precisava da ajuda das outras galinhas em suas tarefas diárias. Mas como? Elas não gostavam de Geni e, tampouco, não sabiam de seus poderes. Ao perceber que os homens aproximaram, Geni tratou de reunir todas as aves do galinheiro para contar o que estava acontecendo. Todavia, seu esforço foi em vão. Apenas uma galinha que se chamava Valesca acreditou na Geni. As outras galinhas trataram de virar as costas, fingindo que não escutavam nada. A galinha estava desesperada com a situação e bolou um plano: foi até a Valesca e contou sobre seus poderes mágicos.
Assim que os homens invadiram o galinheiro, Valesca assustou todas as galinhas, fazendo-as correrem por todos os lados do abrigo e deixando os homens confusos e paralisados. Assim, com muita dificuldade, Geni botou vários ovos de ouro, cujo brilho deixou os ladrões cegos. E foi assim que Geni salvou todas as galinhas. As invejosas, quando viram o acontecido, ficaram muito agradecidas à Geni e pediram desculpas por tudo.
Quando Dona Francisca voltou de seu trabalho e encontrou os ladrões correndo, como gata cega, pela fazenda. A senhora chamou a polícia, que prendeu os bandidos. Contudo, a mulher não ficou sabendo o que havia acontecido no galinheiro, mas percebeu que havia surgido união entre as galinhas e isso lhe trouxe muitas felicidades.
Rayssa Nara de Deus Costa – 9º ano.
QUESTÃO 1 VALOR: 0,60 NOTA:_______ Observe os três ...