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7º ano redação - resenha crítica - filme Cruella

Tipologia Argumentativa: Gênero Resenha crítica

TEXTO I
A resenha crítica é um texto pertencente ao campo jornalístico e que tem como principal função expor uma opinião do autor acerca da qualidade de determinada obra (artística, acadêmica etc.).
  •  É um texto pertencente ao gênero jornalístico.
  • · Tem como principal característica a descrição e informação sobre determinado produto social (livro, filme, série, show, música etc.).
  • · Para um bom desenvolvimento desse gênero, é preciso pesquisar e estudar bastante sobre o objeto a ser resenhado.
  • · É estruturalmente dividida em introdução, desenvolvimento e conclusão.
  • Passo a passo de como fazer uma resenha crítica
De início, é preciso escolher a obra a ser resenhada, a qual pode ser um filme, um livro ou uma série. Assim, antes de iniciar a resenha crítica, deve-se seguir estes passos:
 Passo 1: assistir atentamente à obra e anotar os aspectos que você julgar mais pertinentes para a análise.
Passo 2: pesquisar as informações técnicas sobre a obra (data de lançamento, principais autores, contexto em que a obra foi produzida etc.).
Passo 3: estudar bastante sobre o autor da obra e outras informações essenciais para a composição da resenha crítica.
Passo 4: desenvolver uma linha de raciocínio sobre a obra, isto é, qual (quais) caminho(s) você percorrerá? Será uma análise puramente técnica (por exemplo, em um filme, podem ser considerados aspectos como iluminação, fotografia etc.) ou você levará em consideração aspectos subjetivos (encontrados com maior facilidade no enredo e nos personagens)?

Após refletir sobre esses quatro itens, você terá as informações necessárias para iniciar o processo de escrita. Segue o passo a passo referente à produção da resenha crítica:
  • Apresentar um resumo inicial da obra, pois muitas pessoas leem a resenha sem terem conhecimento do produto em si. Dessa forma, apresente ao leitor, de maneira sucinta, as informações técnicas (se for um filme, aponte o diretor e os principais nomes da produção), o enredo e as personagens. É preciso situar o público.
  • No corpo do texto, você deve entrar em sua análise propriamente dita. Para ficar mais claro e didático, você pode dividir sua análise em blocos. Por exemplo, ao analisar um filme, é possível avaliá-lo com base no enredo, no relacionamento das personagens e no impacto causado no público. Essa divisão pode ajudar o leitor a compreender os caminhos trilhados por você, evitando confusões.
  • Na conclusão, é possível retomar os principais pontos interpretados sobre a obra e ainda dar uma espécie de veredito ao seu leitor, isto é, dizer ao público se aquela obra realmente vale a pena ser apreciada ou não. Em alguns veículos de mídia, a resenha crítica apresenta uma nota avaliativa ao final.
TEXTO II

Proposta de redação.
Faça uma resenha crítica sobre o filme Cruella, 2021. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. MÍNIMO DE 20 LINHAS

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Ensino médio - dissertativa - tema: “A função do jovem no século XXI”

Leia atentamente os textos abaixo.

Texto 01.

O Dia Internacional da Juventude é uma data criada pela Assembleia Geral da ONU, por meio da Resolução nº 54/120, aprovada em 17 de agosto de 1999. Desde então, 12 de agosto é observado globalmente como uma data para celebrar as diversas contribuições feitas pelos jovens à sociedade, mas também para lembrar os muitos desafios e obstáculos que ainda se colocam para as gerações mais novas de todo o mundo. Dirigindo-se aos participantes e espectadores do evento, a enviada do secretário geral da ONU para a Juventude, Jayathma Wickramanayake, destacou o importante papel dos jovens para a construção e a manutenção da paz e da segurança. Para ela, mais do que estatísticas, os jovens são líderes que mobilizam pessoas a nível local, construindo pontes entre comunidades e conduzindo toda a sociedade em direção à paz e à prosperidade.
Disponível em: nacoesunidas.org. Acesso em 15 agosto 2017
Texto 02.

A inclusão da juventude nos debates políticos é um dos desafios da democracia em todo o mundo. No Brasil, essa questão ganhou contornos especiais com as manifestações de junho de 2013, quando milhares de pessoas, na maioria jovens, foram às ruas numa explosão social que há muito não se via. Nesse contexto, são fundamentais os debates levantados pelo Dia Internacional da Juventude, comemorado em 12 de agosto e que teve como tema escolhido pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) a “Participação Cidadã da Juventude” (tradução livre de “Youth Civic Engagement”). A ampliação da presença do jovem na esfera pública encontra desafios nas duas pontas do processo. Se por um lado é necessário modificar a estrutura das instituições para que elas se tornem mais abertas para ouvir as demandas dos jovens, por outro é igualmente fundamental fazer a juventude se interessar por política e criar uma cultura de participação. […] O tema da participação esteve presente em todo o debate. O representante da juventude de Parelheiros na Coordenadoria de Juventude de São Paulo, Alenildo Almeida, lamentou o pouco espaço do jovem na política, principalmente o da periferia, que, na sua avaliação, precisa conquistar esse “território” político. “Falta força da juventude nas periferias. Se a gente não se organizar e ocupar a frente das políticas públicas, será difícil caminhar”, analisou. Os dados sustentam a preocupação de Alenildo. De acordo com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) em torno de 16% da população do mundo tem entre 20 e 29 anos, mas essa faixa etária representa apenas 1,6% de parlamentares, dos quais a maioria são homens, de acordo com a UNFPA. A carta publicada em função do dia 12 também enfatiza que a juventude raramente adere a partidos políticos e a maioria não vota em eleições. No Brasil a situação não é melhor em termos de representatividade. Segundo dados da Campanha por um Plebiscito Constituinte para a Reforma Política, enquanto os jovens (de 16 a 35 anos) representam 40% do eleitorado, o Congresso Nacional tem apenas 3% de jovens.
Disponível em: observatoriosc.wordpress.com. Acesso em 15 agosto 2017.
Texto 3

PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “A função do jovem no século XXI”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Seu texto deve conter no mínimo 20 linhas e no máximo 30 linhas. Não copie nada dos textos motivadores; não valha do repertório deles.

Proposta de redação - artigo de opinião

Tipologia artigo de opinião

 TEXTO I. 8 comidas brasileiras que podem ser consideradas nojentas em outros países

(Lembrando que não estamos ofendendo nenhum costume ou povo, estamos apenas mostrando coisas que seriam estranhas para pessoas que não cresceram consumindo esses pratos)

 1- Mocotó

Como nosso primeiro item, está o mocotó e seus derivados. Para quem não sabe, o cozido de mocotó, ou cozido de mão-de-vaca, é um prato onde se utiliza as patas de bovinos sem o casco. O prato é extremamente nutritivo, tem um baixo custo e por isso ele é tão consumido no Brasil. Além no clássico onde ele é servido como uma carne ao molho, temos a geleia de mocotó, que é uma versão doce da pata de vaca. Já experimentou?

 2- Feijoada sem frescura

Muito se pergunta sobre a real origem da feijoada. Alguns dizem que ela é de origem africana, outros dizem que esse prato já é servido há milênios, mas não precisamos saber sua origem para ver que esse prato não é nada “normal”. As feijoadas sem frescura, que tem muito mais do que linguiça, tem além da linguiça, orelha de porco, pé de porco e por aí vai com as partes mais “nojentas” que podemos imaginar.

 3- Moela

A moela faz parte do sistema digestório da galinha e é muito apreciado aqui no Brasil. Ela fica quase na última parte do sistema digestório e é onde alimento é processado. Dentro dela, existem várias pedrinhas, que a galinha come, para facilitar na digestão. É um prato muito saboroso, mas não deixa de ser bem bizarro.

 4- Buchada de bode

Para algumas pessoas, esse é um dos piores pratos do mundo. Para quem não sabe, a buchada de bode é uma iguaria do Nordeste, onde são usadas como principais ingredientes as vísceras de cabrito. O bucho é bem temperado e limpo, e as outras vísceras e temperos são colocados dentro dele. Depois ele é costurado e cozinhado. Você encararia?

 5- Rabada de boi

Outro prato que usa uma parte bem estranha de alguns animais. O prato é basicamente uma cozido com ervas e verduras acompanhada de rabo de boi.

 6- Bife de fígado

O bife de fígado gera muita discussão em todo lugar. Muitos simplesmente amam e outros não querem nem passar perto. O pior é que ele se parece muito com um bife comum de carne de vaca, e muitos acabam confundindo na hora do self-service, principalmente quando a pessoa odeia bife de fígado.

 7- Chouriço

Chouriço é basicamente uma linguiça onde são usadas tripas de porco para ser feito. O pior de tudo é que existem algumas versões onde são utilizadas sangue no preparo e depois cozidas.

 8- Sarapatel

Novamente um cozido que não agrada muitas pessoas. Nele são utilizadas vísceras de vários animais diferentes, como porco ou cabrito e durante seu preparo, são utilizados sangue coagulado do animal cortado em pedaços. Em alguns lugares, o pulmão, rins e até a língua são utilizadas no prato.

 E aí, o que achou desses pratos estranhos? Já experimentou algum deles? Comenta aí.

Fonte: Fatos desconhecidos. Acesso em 1 de ago. 2022

Atenção! Leia, cuidadosamente, a proposta de redação abaixo.

 

 

 

Proposta de dissertação - o perigo de uma história única

 TEXTO I – “O perigo de uma história única”: a construção da identidade africana negra no romance Americanah, de Chimamanda Ngozi Adichie

[...]

Durante muitos anos, ouvimos histórias sobre o continente africano - das suas guerras, catástrofes, doenças e fomes - que se tornaram a única verdade sobre África. É importante sabermos que cada história tem dois lados, e nunca podemos ouvir apenas uma das versões.

Segundo a escritora Chimamanda, em O perigo da história única, cria-se uma única história, quando mostramos um povo como se fosse somente uma coisa, um objeto do discurso dos outros. Para a escritora, é impossível falar da história única sem se falar de poder, uma vez que quem conta a história única é quem detém poder, seja ele económico, político ou epistémico. O poder, para além de ter a capacidade de contar a história de outra pessoa, consegue fazer com que esta história seja definitiva. Para Léila Gonzalez: A hierarquização de saberes como produto da classificação racial da população dá o privilégio social e epistémico à ciência eurocêntrica. (Ribeiro, 2017, p. 26).

A pensadora considera que quem possui o privilégio social possui o privilégio epistémico. Por sua vez, o escritor Mourid Barghouti, afirma que para desapropriar um povo, a forma mais simples de o fazer é contar a sua história, começando por “Em segundo lugar’” (Adichie, 2009, p. 11).

De igual modo, Susana Galante (2010) considera que os media têm grande influência na construção das histórias únicas, uma vez que fomentam a perpetuação dos estereótipos e discriminação das minorias étnicas e raciais. Através dos meios de comunicação, a estrutura de poder consegue comunicar-se com a sociedade. Na sua análise aos periódicos Público e Diário de Notícias, embora considerados jornais de “referência” pela sociedade portuguesa, estes são, contudo, imparciais, ao estarem munidos de preconceitos e estereótipos traduzidos na escrita.

 

Somos uma geração que consome bastante cultura pop americana. Durante anos, por influência dos media, da música e filmes. Em 2005, com o avanço das novas tecnologias de informação que foram surgindo, como o YouTube e, em 2009, o Facebook, e, posteriormente, outras redes sociais, o consumo tornou-se cada vez maior e a influência e o controlo sobre as vidas das pessoas aumentaram.

A autora salienta ainda que, ao atribuir a nacionalidade ou etnicidade a um indivíduo, o jornalista fomenta, através de “rótulos”, a percepção das minorias enquanto grupos, consequentemente, associam os indivíduos desses grupos aos mesmos comportamentos negativos e assim anulam os indivíduos enquanto pessoas.

Fonte: buala.org.

 

TEXTO II “Ouvir ou não ouvir "as duas partes"

 Se há "regra de ouro" consensualmente assumida e sistematicamente invocada, a propósito do trabalho jornalístico, é a regra de "ouvir as duas partes". Trocado por miúdos, significa isto que, na abordagem de qualquer matéria em que se conheça (ou presuma...) a existência de diferentes interesses ou pontos de vista, o jornalista deve ouvi-los todos, dando a cada um idênticas possibilidades de expressão. O texto publicado será, assim, um mosaico de opiniões mais ou menos contrastantes, apresentado de forma distanciada das partes em confronto - e que, por isso mesmo, não comporta em si qualquer juízo de valor, mas fornece aos leitores elementos bastantes para eles próprios, querendo, ajuizarem.

O cumprimento escrupuloso deste "princípio do contraditório" - que é também, como se sabe, alicerce basilar de qualquer processo judicial - torna-se especialmente relevante quando alguém é acusado por outrem. Aí, a concessão do elementar direito de defesa a quem se sente ofendido pode mesmo levar (como tantas vezes sucede) ao adiamento de publicação de interessantes matérias jornalísticas, precisamente por se entender que, sem a versão da "outra parte", essas matérias ficam inapelavelmente "coxas". Ao profissional da informação cabe o dever incontornável de, por todos os meios ao seu alcance, conseguir a versão da parte ofendida, com a única ressalva de que não pode prolongar o processo indefinidamente quando estão em causa assuntos de óbvio interesse público. [...]

Fonte: publico.pt.

Texto III.

Assim como existem dois lados de cada história, existem dois lados de toda pessoa. Um lado que revelamos ao mundo e outro que mantemos escondido.

(Emily Thorne)

  Atenção! Leia, cuidadosamente, a proposta de redação abaixo.

 A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo sobre o TEMA: O PERIGO DE UMA HISTÓRIA ÚNICA.

Use a norma padrão da língua portuguesa

 MÍNIMO: 20 LINHAS

 

 

Proposta de redação dissertativa: os desafios para combater os ruídos dos fogos de artifícios

 PROPOSTA DE REDAÇÃO: TIPOLOGIA DISSERTATIVA ARGUMENTATIVA

TEXTO 1

CCJ do Senado aprova limite de ruído para fogos de artifício

A matéria foi aprovada em caráter terminativo e seguirá diretamente para votação na Câmara dos Deputados

31/10/2024 às 02:06 • Agência Brasil

 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (30) o Projeto de Lei 5/2022, que proíbe a fabricação, o armazenamento, a comercialização e o uso de fogos de artifício que produzam barulho acima de 70 decibéis. A matéria foi aprovada em caráter terminativo e seguirá diretamente para votação na Câmara dos Deputados.

O parecer do relator, senador Castellar Neto (PP-MG), propôs mudanças em relação ao texto original, do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). A primeira versão proibia fogos de artifício que produzissem estampidos de qualquer nível sonoro.

No entanto, Castellar argumentou que qualquer artefato pirotécnico acabaria produzindo ruído e, assim, optou pela imposição de um limite de 70 decibéis, que representa o nível de decibéis suportado por pessoas com hipersensibilidade sensorial.

Na justificativa do projeto de lei, o senador Randolfe Rodrigues argumenta que os fogos de artifício barulhentos prejudicam a saúde de crianças, idosos e pessoas com deficiência. “Destaca-se, ainda, o impacto negativo junto às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), que possuem uma hipersensibilidade sensorial ao barulho provocado por esses artefatos”, complementa.

De acordo com o projeto, quem utilizar os artefatos proibidos será multado em valor entre R$ 2,5 mil e R$ 50 mil. Para empresas que fabricarem ou comercializarem os fogos de estampido, a multa vai de 5% até 20% do faturamento bruto, além de apreensão do material. Ficam excluídos da regra os fogos destinados à exportação.

Fonte:  itatiaia.com.br. Acesso em 31 out. 2024. Adaptado.

 TEXTO 2

Fogos de artifício e os riscos a pessoas, animais e meio ambiente

Sinônimo de comemoração, os fogos na verdade carregam muitos perigos

Os fogos de artifício fazem um lindo espetáculo visual nas festas de réveillon, celebram dias santos e vitórias de times de futebol, divertem crianças e adultos em festas juninas. Por isso, geralmente são relacionados a comemoração, festa, alegria. Mas essa imagem deve ser desvinculada. Os fogos de artifício são nocivos, perigosos e invasivos, trazendo sérios riscos à população, aos animais e ao meio ambiente. Algumas cidades já adotaram a queima de fogos silenciosa, mas o problema vai muito além do barulho. Entenda:

Meio Ambiente

A queima de fogos de artifício emite compostos poluentes para a atmosfera, o que também a caracteriza como uma forma de poluição do ar. Isso tem efeitos não só no meio ambiente, mas na saúde humana.
Há ainda o risco de incêndio, colocando em risco pessoas, faunas, floras e contribuindo ainda mais com a poluição atmosférica.

Humanos

Sabia que mais da metade dos casos de queimadura de mão são em decorrência do uso de fogos de artifício? Isso mesmo. Também há risco de queimaduras nos olhos, inclusive com perda de visão, amputamento de membros e problemas auditivos gerados pelos estampidos. Eles causam estresse nas crianças, incomodam quem está dormindo e pessoas em hospitais. Podem causar ataque epilético, ataque cardíaco e desnorteamento. Ou seja, uma forma de divertimento altamente perigosa, que faz mal não só a quem assume o risco e solta fogos, mas até a quem está a quilômetros de distância.

Animais

Quem tem um animalzinho de estimação sabe o quanto o barulho dos fogos provoca reações de estresse e ansiedade neles. No desespero de fugir do barulho, eles podem ficar desnorteados, agressivos, se machucarem ou fugirem. Podem ainda sofrer ataques cardíacos, convulsões e ter a audição prejudicada. Essas reações podem acontecer em animais silvestres também.

Pela saúde, segurança e bem-estar de todos, não solte fogos de artifício. Nas festas juninas e em qualquer ocasião. A Unimed apoia essa iniciativa.

Fonte: unimednortepaulista.com.br. Acesso em 31 out. 2024. Adaptado.

TEXTO 3

Fogos de artifício: tragédias

Já aconteceram diversas tragédias envolvendo fogos de artifício, como explosões em fábricas e depósitos, e acidentes de trânsito: 

  • Em 1998, uma explosão em uma fábrica de fogos na Bahia matou 64 pessoas, principalmente mulheres e crianças. A Corte Interamericana de Direitos Humanos condenou o Brasil pelas mortes em 2020. 
  • Em 2024, uma explosão em um depósito de fogos de artifício nas Filipinas matou cinco pessoas, incluindo uma criança de quatro anos, e feriu 38. 
  • Em 2023, uma explosão em uma empresa de fogos de artifício em Caxias do Sul atingiu uma cozinheira que estava na área de serviço de sua casa. 
  • Em 2023, um acidente entre um semirreboque e uma caminhonete com fogos de artifício na província da Colúmbia Britânica, no Canadá, provocou um espetáculo de fogos no céu. 

Os fogos de artifício podem causar acidentes graves, como queimaduras, perda de audição, cegueira, cortes e amputação de membros. O estampido dos fogos também pode prejudicar a saúde emocional de crianças, pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), gestantes, idosos e pessoas acamadas. 

Por IA Google: Acesso em 31 out. 2024

 PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema os desafios para combater os ruídos dos fogos de artifícios. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.). Seu texto deve conter no mínimo 25 linhas e no máximo 30 linhas.

Os desafios da população idosa no Brasil

 PROPOSTA DE REDAÇÃO: TIPOLOGIA DISSERTATIVA

Texto I

Leia o seguinte extrato de uma reportagem do jornal inglês the guardian, de 22 de janeiro de 2013.

O ministro de finanças do Japão, Taro Aso, disse na segunda−feira (dia 21) que os velhos deveriam “apressar−se a morrer”, para aliviar a pressão que suas despesas médicas exercem sobre o estado.

“Deus nos livre de uma situação em que você é forçado a viver quando você quer morrer. Eu acordaria me sentindo cada vez pior se soubesse que o tratamento é todo pago pelo governo”, disse ele durante uma reunião do conselho nacional a respeito das reformas na seguridade social. “O problema não será resolvido, a menos que você permita que eles se apressem a morrer”.

Os comentários de Aso são suscetíveis de causar ofensa no Japão, onde quase um quarto da população de 128 milhões tem mais de 60 anos. A proporção deve atingir 40% nos próximos 50 anos.

Aso, de 72 anos de idade, que tem funções de vice−primeiro−ministro, disse que iria recusar os cuidados de fim de vida. “Eu não preciso desse tipo de atendimento”, declarou ele em comentários citados pela imprensa local, acrescentando que havia redigido uma nota instruindo sua família a negar−lhe tratamento médico para prolongar a vida.

Para maior agravo, ele chamou de “pessoas−tubo” os pacientes idosos que já não conseguem se alimentar sozinhos. O ministério da saúde e do bem−estar, acrescentou, está “bem consciente de que custa várias dezenas de milhões de ienes” por mês o tratamento de um único doente em fase final de vida.

Mais tarde, Aso tentou explicar seus comentários. Ele reconheceu que sua linguagem fora “inapropriada” em um fórum público e insistiu que expressara apenas sua preferência pessoal. “Eu disse o que eu, pessoalmente, penso, não o que o sistema de assistência médica a idosos deve ser”, declarou ele a jornalistas.

Não foi a primeira vez que Aso, um dos mais ricos políticos do Japão, questionou o dever do estado para com sua grande população idosa. Anteriormente, em um encontro de economistas, ele já dissera: “por que eu deveria pagar por pessoas que apenas comem e bebem e não fazem nenhum esforço? Eu faço caminhadas todos os dias, além de muitas outras coisas, e estou pagando mais impostos”.

theguardian.com, tuesday, 22 january 2013. traduzido e adaptado.

TEXTO 2

TEXTO 3

'Velhofobia': saiba o que é etarismo e como o preconceito aparece no dia a dia

 

Mirian Goldenberg, especialista no assunto, explica que etarismo é discriminação relacionada a idade. Na última semana, deputados distritais do DF aprovaram mudança na imagem que representa idosos em vagas de estacionamento, filas e outros serviços, alegando 'preconceito'.

Por Amanda Sales *, g1 DF

23/10/2022 08h34 

"Você está velho para isso; isso é coisa de velho; é um velho gaga; velho não tem que usar esse tipo de roupa". Pode ser que em algum momento você já tenha usado ou se deparado com alguma dessas expressões. Essas frases são classificadas como etarismo.

Mirian Goldenberg, antropóloga e pesquisadora há mais de 30 anos do tema envelhecimento e felicidade, explica que etarismo é a discriminação e o preconceito – podendo resultar em violência verbal, física ou psicológica – relacionado com a idade de uma pessoa.

''Quando a pessoa atinge uma certa idade, a sociedade, como um todo, começa a enxerga-la como frágil, que não serve mais. É preciso mudar a mentalidade", diz Mirian Goldenberg.

[...]

https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2022/10/23/velho-fobia-saiba-o-que-e-etarismo-e-como-o-preconceito-aparece-no-dia-a-dia.ghtml

PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema: "Os desafios da população idosa no Brasil", apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. Seu texto deve conter no mínimo 25 linhas e no máximo 30 linhas. Não copie nada dos textos motivadores; não valha do repertório deles.

PROPOSTA DE REDAÇÃO: resumo descritivo das escolas literárias barroca e árcade

TEXTO 1

TEXTO 2


Texto 3

Nesta etapa, você estudou as escolas literárias barroca e árcade. Eis algumas perguntas devem estar contidas em seu resumo descritivo em forma de texto expositivo.
  1. O que foi o Barroco?
  2. Quais são as características do Barroco?
  3. O que é conceptismo e cultismo?
  4. Quais os principais autores?
  5. Quais as principais obras
  6. Fale um pouco sobre Gregório de Matos.
  7. O que foi o Arcadismo?
  8. Quais são as características do Arcadismo?
  9. Quais os principais autores?
  10. Quais as principais obras?
  11. Fale um pouco sobre Basílio da Gama e da obra Uraguai.

PROPOSTA DE REDAÇÃO

A partir da leitura dos textos acima e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto do gênero resumo descritivo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre as escolas literárias barroca e árcade, atendendo as perguntas acima (texto 3). Selecione, organize e relacione as ideias de forma coerente e coesa, expondo as informações e os fatos. Seu texto deve conter no mínimo 25 linhas e no máximo 30 linhas.

Por Geraldo Genetto Pereira
Professor, escritor, blogueiro, youtuber.
Formação: Licenciatura e Mestre em Letras pela UFMG.

Novidade!

8º ano do Ensino Fundamental Língua Portuguesa

  QUESTÃO   1                                                              VALOR: 0,60                       NOTA:_______ Observe os três ...